Nassif x Gravataí – eu já escolhi o meu lado

AVISO: ISTO AQUI DEVE FICAR BEM COMPRIDO. Amantes do “estilo Cosme Rímoli” e de outros blogueiros tatibitati, desistam já. Ou vejam o filminho, que é bom!

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Dissimulado: adj. e s.m. Que ou aquele que tem o hábito de dissimular; enganador; hipócrita. / Que é feito com dissimulação: sorriso dissimulado.

(definição do “Aurélio Eletrônico”)

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Antes de começar, vamos às preliminares: o blogueiro que vos escreve apóia o Governo Lula, como qualquer ser humano minimamente atento pode perceber. Seus ideais e visão política se assemelham (excetuadas as características “fundamentalistas” de alguns) às de muitos dos frequentadores da autodenominada “mídia independente”. Não conheço o Gravataí Merengue/Fernando Gouveia pessoalmente, apenas leio o “Imprensa Marrom” há coisa de uns três anos, e tivemos várias divergências na caixa de comentários. Eu “sigo” o twitter dele, e ele me “segue” também. Por lá, também já tivemos umas rusguinhas. Eu o considero um bom debatedor, tem bons argumentos, mesmo quando defende coisas que considero indefensáveis. É um contraponto bastante interessante na internet, sempre fica no campo das idéias. E isso eu admiro. Acredito ser mais útil ouvir um divergente, sempre se aprende mais, fortalece nosso discurso, ou mostra um lado que nunca conheceríamos ouvindo só as vozes que repetem aquilo que estamos carecas de saber.

Quem frequenta este mísero espaço sabe muito bem o que eu penso a respeito da Soninha Francine, sub-alcaide da gloriosa Lapa. Gravataí trabalhou no gabinete da então vereadora Soninha. Não sei qual a relação atual dos dois, e também não me interessa.

Bem, todo esse palavrório aí serve para mostrar que, se eu tivesse de escolher um lado para defender entre Luis Nassif e Gravataí Merengue, por, digamos, “afinidade ideológica”, defenderia Nassif, certo?Veremos.

Vencidas as preliminares, vamos ao mérito: hoje pela manhã, ao abrir meu twitter, dei de cara com o seguinte post de Luis Nassif: “O endereço de Gravataí Merengue”. Exatamente: Luis Nassif “pediu ajuda” aos frequentadores de seu blog para descobrir o endereço de um cara que ele quer processar. Não fosse o ridículo do apelo (afinal, qualquer adEvogado de porta de cadeia sabe como conseguir um endereço), Nassif “esqueceu-se” de que, há coisa de uns meses, ELE DIVULGOU, NO MESMO BLOG o endereço residencial do Gravataí. O endereço, o nome da mãe do cara, telefone e o escambau. Mediante pedido, apagou. Isto mesmo, Goebbels: o cara faz um post no blog para conseguir um endereço que ele já tinha. Entendeu? Não? Eu vou dar a minha explicação.

Nassif adora “jogar para a torcida”: colocar este post hoje serviria para “requentar o assunto”, e fazer com que alguns comentaristas raivosos se lembrassem do “assassinato de reputação” cometido pelo Gravataí contra ele, o pobre e injustiçado Nassif. Alguém aí sabe o que tinha no tal “blog apócrifo”? Eu vi: tinha DOCUMENTOS. Sim, amiguinhos: documentos PÚBLICOS, cópias de uma AÇÃO DE EXECUÇÃO promovida pelo BNDES contra a Agência Dinheiro Vivo, de Nassif. Execução que terminou num acordo entre as partes. Não havia “segredo de justiça” decretado no processo. Qualquer um poderia ir até o fórum e ver os autos. Gravataí, de posse desses documentos PÚBLICOS e não protegidos por qualquer forma de sigilo, analisava, juridicamente (ele é advogado), ponto a ponto, os termos do acordo, comparando-o com os usualmente firmados pelo Banco com os demais clientes. Rolava um sarcasmozinho? sim. Rolava uma ironiazinha? sim. Mas não rolava nenhuma DIFAMAÇÃO. Pelo menos, que eu me lembre. Ao final, Gravataí, sob outro pseudônimo, constatava que houve favorecimento inusual incomum a Luis Nassif. E, insinuava (aí eventualmente rolaria uma difamação), de que LN teria “aderido” ao governo em troca de um “perdão” de parte da dívida. Mas isso, dentro do jornalismo, é tão difamatório quanto dizer que o Frias e o Marinho são golpistas. Bom, mas aí a parada é com quem vai julgar a lide.

Nassif conseguiu fazer com que o Blogger retirasse a página do ar. Portanto, a não ser que você seja tão “curioso” quanto o Gravataí e vá ao fórum olhar o processo, ninguém mais vai ver como foi o tal acordo. Sobraram uns pitaquinhos por aqui. Por favor, peço encarecidamente a quem for comentar: não entro no mérito deste link, muito menos vou “recomentar” acusações à dona do blog. O assunto aqui é somente a forma pela qual Luis Nassif ataca as pessoas e depois corre para a “barra da saia” dos comentaristas-apoiadores-comunitários, se fazendo de coitadinho, de perseguido. Eu mesmo já passei por isso, lembram?

Pois bem: ao ver esta barbaridade (fazer post pedindo para leitores “acharem” Gravataí/Fernando na lista telefônica), postei um comentário. Ficou na moderação, mas alguma coisa me dizia que não seria publicado. Fiz um print-screen, mas eu não sei fazer essa porra direito. Transcrevo a seguir.

O print do comentário que deixei, devidamente apagado pelo Nassif. Desculpem, mas eu não sei mexer com isso.

O print do comentário que deixei, devidamente apagado pelo Nassif. Desculpem, mas eu não sei mexer com isso e fazer ficar grande.

Está escrito assim: “Peraí: você colocou um post no blog para pedir endereço de um cara que você quer processar (ou já processou)? Ah, Nassif, me desculpa mas isso é ridículo e me faz pensar que, mais que o “endereço”, você está é querendo atacar o cara, insuflando as pessoas contra ele.”

Como bem previu meu sexto sentido, o comentário foi apagado. Se você for ao post dele, verá um outro comentário, onde o Jaílton disse quase a mesma coisa, só que deu uma “apeladinha”; a esse ele respondeu, com ironia besta, e logo veio um cão-de-guarda defendê-lo. Por que não publicou o meu? Simples: porque explicita o “jogo pra galera” que ele tentou fazer! Mesmo se respondesse, xingasse, chamasse a tropa de choque pra me detonar, o comentário ficaria registrado, e poderia induzir outros a pensarem o mesmo sobre o caso! É o lance de ver os dois lados da coisa, ou duas versões sobre o mesmo fato.

E antes que venha alguém dizendo que eu escrevi isso por razões idiotas como “ficou magoadinho porque ele não publicou…” e sandices congêneres, digo: eu já mantenho esta porra de blog para escrever livremente o que eu bem entender. Por isso mesmo, não tenho AdSense, não faço “parcerias”, “promoções”, “posts pagos” e outras cositas más que vivem nos oferecendo, JUSTAMENTE PARA PODER SER O QUE BLOGUEIROS “PROFISSIONAIS” NÃO PODEM: LIVRE. Cago muito e ando mais ainda para comentários que eu faça em blogs alheios. Evidentemente que não os faço para que sejam sumariamente deletados, mas consigo perceber que, quando isso acontece, fica clara a falta de vontade do blogueiro em conviver com uma opinião divergente. Não “trollo” blog, e não permito “trolls” aqui.

É esta a “mídia independente, que combate o PIG”, que acusa o “PIG” de censurar cartas e emails? Ah, tá. Mas, pelo menos, eles não imprimem “pedidos de endereço” dos desafetos nos seus jornais e revistas.

Esse discurso “vitimoso”, do “esquema barra-pesada”, do “Davi x Golias”, logo, logo, não vai colar nem dentro da sua própria “comunidade” (na qual estou inscrito), Nassif. Aliás, por conta deste comentário, você me bloqueou até no twitter. Jájá vai aparecer um “soldado” seu, gritando: “olha lá, Tio Nassa, tem um direitoso/neocon/piguento infiltrado na nossa “comu”, inseticida nele!”. Bem parecido com um local que dizem ser “o esgoto da internet”. Mudam as moscas, mas a merda fede igual.

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34 respostas para Nassif x Gravataí – eu já escolhi o meu lado

  1. A Troll não era uma antiga fábrica de brinquedos?
    (Aquela do Dilson Funaro, homem bom da turma do Collor?)
    Merengue é um doce, uma dança ou ambas?
    Bom era só pedir o endereço para a Soninha! Será que pedindo ela dá?

    Trol, meu caro. “bom motivo pra ser criança”. Com um “l” a menos. Ambas, doce e dança. Pra Soninha, ele não pode pedir. E nem processar.

  2. ademir disse:

    Ah,meu velho! Essa pendenga não dá mais pra comentar!

    Fico com Gravata tbm, mas com reservas, até pq nosso amigo conselheiro das moçoilas fica avalizando Diogo Mainardi, aí é dose.

    Atenha-se aos fatos narrados, Ademir. Fazer post “pedindo endereço” e, no mesmo post, “recontar a história de perseguição implacável”, pra mim, é como chutar o saco de um cara caído. E vou te contar uma coisa: QUASE eu colei aquela declaração do Diogo sobre “jornalista que processa jornalista”, que julgo ser a coisa mais sensata que já saiu da boca dele.

  3. Eu tenho uma certa simpatia pelo Nassif e uma grande antipatia pelo Merengue, mas não sabia dessa apelação do Nassif, até fiz um comentário idiota lá.

    Para usar uma expressão tão querida do Nassif, legítimo “jornalismo de esgoto”, ou “tentativa de assassinato de reputação”. Só não escreva mais “inusual” porque além de não existir, me lembra o inusual Paulo Francis.

    P.S.: Tem uma gente que estuda linguística e acha que tudo vale se for entendido, mas eu discordo. Ou disconcordo.
    P.S. 2: Sim, eu escrevo errado, mas tenho a mesma escolaridade do Lula e do Mainardi: nenhuma.

    Tá bom. Troco por “incomum”. Nunca te vi escrevendo errado. E a minha escolaridade é a mesma sua, do Dioguito e do Lula. Minto: eu não tenho curso de torneiro mecânico do Senai. Você tem? rs.

  4. Elton Castro disse:

    Nessa o Nassif tem vacilado mesmo.

    Nessa e em muitas outras, Elton. Ouso dizer que, se ele fosse mandado embora da TV Brasil hoje, sabe lá como ia se comportar. Ele, há bem pouco tempo, elogiava Serra. Levou um pé na bunda da Cultura e agora bate mais nele que o PHA.

  5. Cara esse negócio de EX é de arregaçar.
    Já reparou que as coisas são escancaradas por EX? Ex-mulher, ex-assessor, ex-globo, ex-veja, ex-okcta4…

    Não tenho caseiro, motorista, nem ex-mulher. Durmo tranquilo(ainda mais agora sem trem(er)as!

    Falando sério, Mack: esse negócio de “o amigo do meu inimigo é meu inimigo também” é foda. Já tive vários arranca-rabos com o Gravataí no blog dele. O cara NUNCA deletou um comentário meu. Tive DUAS divergências com o Nassif, ele me limou AS DUAS vezes. Dei UM RT num tuíte dele ontem, onde escrevi: “Atitude inaceitável”, sobre ele ter pedido o endereço do cara. Foi a conta para ele me bloquear NA HORA. E quer pagar de democrata? VTNC! E digo mais: ele é, sim, um baita dum oportunista. A máscara dele vai cair, logo, logo. Aí eu quero ver os “amantes do bandolim brejeiro” ficarem órfãos, olhando um pra cara do outro.

  6. André Nogueira disse:

    Nassif ataca Veja que tem Mainard e o do Chapéu que não gostam de Merengue sendo que uns que são menos piores do que outros o que significa que são na verdade todos mediocres tentando omitir seus erros falhas de caráter e ausência de qualidades pela simples exaltação dos pontos negativos de seus “antagonistas(???)”. (as virgulas atrapalhariam)
    Essa briga de gangues é muito chata.
    Prefiro as do antigo Bronx tantas vezes retratada em filmes.
    Lá pelo menos rolava uma break dance.

    Quer ver uma coisa, André? Se esse texto meu cai lá na turma do Nassif (não NELE, nos seus “clientes”), isso aqui vira um inferno de gente xingando e ameaçando; ato contínuo, eu publico um post pedindo aos meus “clientes” o endereço de um deles, dizendo que vou processar. Volta todo mundo aqui me acusando de “antiético”, “contra a liberdade de expressão”, “fascista”. Ele pode, eu não. Eles acham absurdo um blog ser ameaçado de processo (veja o boteco lá), mas não acham absurdo que o blog “queridinho” deles processe um desafeto. Sei lá, isso me deixa muito puto.

  7. Ademir disse:

    Não quis sair dos fatos. É saco cheio mesmo…
    Nassif já era faz tempo para mim, tanto q eu só tomei conhecimento do assunto pelo seu blog…

    Há muito tempo Nassif, como dizem os americanos, “Give a bad name” para quem simpatiza com o governo Lula, como é o nosso caso.

    De todo modo, concordo com vc, ele tá jogando pra torcida, lamentável.

    E a torcida dele está diminuindo, tenha certeza disto. Não tem mais bobo no futebol, né?

  8. Andrada disse:

    Vinícius, logo se percebe que você também caiu nas garras e no bolso do PIG. Já posso até ver você tomando champanhe na proa do iate do Mainardi em Ibiza, na companhia dos seus amigos RA, GM e Soninha, contando os dólares sujos da Veja e do Estadão. Enquanto isso os verdadeiros heróis da democracia – como PHA, Nassif e Eduardo Guimarães vivem quase que clandestinamente lutando pela liberdade, igualdade e fraternidade.
    Abraço!

    Andrada, ontem eu “caí nas garras do PIG”: comi uma feijoada nervosa, pra trabalhar á tarde foi um sufoco! Babava em cima do teclado.
    Falando sério: se não existissem uns defensores tão caricaturais do Lula, acho que ele teria uns 95% de aprovação. Esses negos queimam o filme, parece torcida de futebol. Essa da “clandestinidade” foi foda… Ri uns 150 dB.

  9. Luiz disse:

    Fato = a turma pps é uma sub-legenda do psdb, eles não defendem idéias, defendem interesses, eles são muitos rasteiros. Vide Freire, Jungman e cia ltda. Gosto muito da Soninha, mas ela está cercada de gente fdp.

    Eu não gosto da Soninha (mas já gostei e até fiz campanha pra ela). E do Nassif, você gosta? Você acha certo o que ele fez?

  10. Anísio FC disse:

    Ambos são bons de briga e metem os pés pelas mãos de vez em quando!
    E os prefiro quando são menos ideológicos!
    Só que é difícil – quase impossível – não marcar o ato do Nassif como tentativa de fazer com que se indisponham com o Gravz, aí eu também não acho nada legal, nem honesto!

    Anísio, quem é “bom de briga” não apaga comentários como o meu: vai lá e responde, ou ao menos publica. E repare numa coisa: nos poucos comentários que o Nassif responde, ou ele tenta esculhambar o autor (diz que o cara “não entendeu”, tira sarro, etc.), ou se faz de coitadinho, denunciando o “esquema barra pesada”. E eu tô esperando a tal “carta do Frias” explicando a demissão dele até hoje (lembra dela?). O pai já morreu. Daqui a pouco, vai o filho.

  11. Dona Candinha disse:

    Bastardi.
    A véia querdita qui farta um bom pedaçu di terra pressis homi capiná i prantá umas mandioca. Ocê acha qui elis já rancaru mandioca, pá sabê u insforço qui si faiz?
    Si elis tivessim bastanti lida du campu pá si percupá, ou inté mesmu uns tijolu pá acentá i uma massa pá virá, num ia tê tempu di ficá um impricano cu otro, u otru falanu das conta dum, uma pidinu indereçu du otro.
    Farta serviçu pra elis si ocupá i uma igreja pá elis dobrá u jueio i rezá.
    Me diz uma coisa meu fio, a véia cunfia nu seu jurgamentu; quem qui é u mossinhu i quem qui é u bandidu nesse firme? Será qui na segunda parti da fita elis num muda di ladu?

    Elis muda di ladu cunforme as cunviniença, num sabi? Quinemquicano a genti ia lá vota nus homi nas ilição, i aí pidia um agradim pa um, agradim pa otro, i quem dessi mais a genti dava us votu.

  12. Thiago Ferreira disse:

    Eu sempre tive grande dificuldade em entender o que Nassif fala. Parece (nao o conheço) um cara que tem enorme dificuldade em lidar com o contraditorio.
    Analisando o que diz, passa a sensaçao de ser daquelas pessoas, que nao gosta de ouvir. Quando o outro esta falando, acenam a cabeça, porem nao estao ouvindo nada, estao conversando consigo proprias.
    Quando apareceu, foi original, eh verdade, apenas isso.
    Acho que dorme, dialogando consigo proprio a noite inteira. Ele ri de verdade?

    Deve rir muito de quem cai na conversa mole dele.

  13. Dona Candinha disse:

    Fio, insqueci di li preguntá: u quiqui é um piguentu? Aqui na vila, lá nu bar do seu Vardemá, tem um monti di pingussu. Incrusive dia dessis, tevi uma briga dus pingussu por causa du jogu di futibor qui acabou inté im facada.
    Piguentu é inguar pingussu?

    “Piguentu” é os homi qui gosta de lê aquelis jornal da banca (foia, istadão) i aquelas rivista qui sai todo dumingu, (óia, a istué) e fica assistinu aqueli jornal chato qui só fica passandu pa modi atrapaiá a hora da novela, cum aqueli bunitão qui fala grossu e a muié dele, a dona Fátima.

  14. Alê disse:

    -
    Esse negócio de rotular quem lê/assiste/comenta os jornalões/revistas de pró-PIG é outra coisa que me irrita.

    Acaso existe algum veículo de imprensa 100% confiável?
    No Brasil ou no mundo? Acaso os jornalistas “independentes” são milionários justiceiros, no estilo Bruce Wayne, para dispensarem patrocinadores?

    São todos vendidos e, graças à internet, serão mais vendidos ainda, até se tornarem tão irrelevantes qto jornais de bairro.

    Vão se extinguir e a alternativa que se apresenta (internet -> social media) é tão inconfiável qto.
    Ou talvez até mais. Ao menos, qdo leio o Estadão ou o Kotscho, sei exatamente quais os interesses que os move/edita, como sei quem é que manda na tv Senado. Ou Record, Globo, Band, etc.

    Ilusionismo é uma arte ao alcance de todos. Basta ter um olho.

    Alê
    PS. Fugi do assunto do post, eu sei. Mas nisso aí não opino, por desconhecimento e desinteresse. Que se explodam os dois.
    Pps. Vc saberia dizer se aquelas denúncias (repletas de falácias, meias-verdades, vitimismos e entimemas) que estão hospedadas nas googlepages (googlepages???) são mesmo de autoria/responsabilidade do Nassif?

    O “Dossiê Veja”? É tudo por conta dele e de uns amigos dele. Meia-verdade é o que não falta por lá.

  15. Alê disse:

    -
    Mesmo? Puxa… Gostava de ler o Nassif na folha. O texto dele fluía bem, muito diferente do que li nesse tal dossiê, por isso achei que fosse apócrifo (até pq está hospedado no google).

    Dei outra lida, agora mesmo, na diagonal, e me lembrei de uma ex-esposa minha que cismou de discutir a relação depois que havíamos nos separado em definitivo. Sabe a elis-atrás-da-porta? Pois é…

    Alê


    Esse dossiê Veja é todo zoado. Se espremer, sai bem pouca coisa útil. Tá no googlepages pra dar aquele ar de “arquivo confidencial”, e pra galera dele ir enchendo de teorias conspiratórias.

  16. Roberto Menks disse:

    Pra quem vive medindo tamanho do rabos dos outros o Nassif deu mais uma fora. Falta de elegância e ética profissional (nem sei se ele ainda tem) ao deletar o post seja de quem for, sem que este o ofenda ou seja impróprio. Está em franca decadência.

    É, Roberto. E, pior que isso, colocar endereço de um desafeto na internet, sendo que o cabra recebeu até “visita” de um participante da “comunidade”

  17. Psycho disse:

    na briga entre o gravatai e o nassif minha torcida eh para o ringue seja tragado pro meio do inferno.

    Psycho, pelo menos o Gravataí tem UM ponto a favor dele: Ele é o que é, e pronto. O Nassif é um cara muito perigoso, porque é falso e oportunista, arruma briga e chama a mamãe quando tá apanhando. No popular: cuzão. E conduz uma manada muito maior que a do Gravataí. Aliás, considerar LN “de esquerda”, só quem nunca tinha ouvido falar dele antes do blog, e não assistiu suas “intervenções” no telejornal da Maria Lydia na Gazeta.

  18. [...] um post do Com Fel e Limão, do Vinícius Duarte et alii (o Vinícius comenta por aqui de vez em quando), [...]

  19. Vim, vi e gostei. :)

    Cheguei aqui por um link do Hermenauta. Voltarei.

    Olha direitinho, hein, Arthur? Vê se é isso mesmo que você quer, rs. Valeu!

    • Com certeza, Vinícius!

      Eu gosto de um bom bate-papo descontraído, gosto de um bom debate e gosto de uma boa pancadaria entre idéias quando os interlocutores se respeitam.

      Teu posicionamento na questão “Nassif x Gravataí”, divergindo da atitude de quem tem maior afinidade ideológica e defendendo a atitude do adversário ideológico tendo por critério de posicionamento a postura ética de cada um é excelente, um exemplo a ser seguido.

      Parabéns!

      P.S.: Eu passei muito por alto por essa questão na época, não procurei investigar para saber qual dos dois tem razão e por isso meu comentário não tem qualquer viés de simpatia ou antipatia ideológica. Apesar de eu estar te conhecendo neste momento, é um elogio bem pessoal, mesmo. ;)

      Agradeço muito. A casa é de todos que sabem debater no campo das idéias, mesmo que isso cause um certo tumulto, rs. E o teu blog é show! Recomendo a todos: cliquem no link.

      • Diego Schell disse:

        Faço minhas tuas palavras, Arthur Golgo Lucas. Tenho ideologia direitista, mas sei respeitar as opiniões contrárias, desde que bem fundamentadas (pelo menos procuro fazer isso). Gostei deste blog, e do autor, embora tenhamos ideologias diferentes.

  20. André disse:

    Vinicius, concordo que o Nassif é um pouco melindrado e que pedir endereço de alguém num blog é uma atitude controversa. Porém, o Nassif tá enfrentando a banca de advogados da Veja, os comentaristas do Nassif não são do tipo que pregam o extermínio dos adversários (a menos, talvez, do anarquista), e o Gravataí também já apelou para esse tipo de vitimismo barato. Mas o que me traz aqui é outra coisa. São as famosas provas a cerca do favorecimento do BNDES ao Nassif. Você diz que viu as provas e que estava tudo demonstradinho e que não havia calúnia. O Idelber disse que viu calúnia, e não se pronunciou sobre as provas. Se é que estão falando da mesma coisa. Eu gostaria de ter visto. Tenho acompanhado o Imprensa Marrom apenas com essa finalidade e lá a única coisa que o Gravataí colocou foram um resumo abrandado das acusações e o número do processo no qual foi feito o acordo BNDESxNassif. Eu entendo que para provar que houve favorecimento precisaria haver links para acordos semelhantes nos quais o BNDES não tenha feito as concessões que fez ao Nassif. Para ser rigoroso seria necessário provar que o Juiz do caso não tem um histórico de condescendência com a parte devedora, mas aí já seria pedir demais ao Gravataí.
    PS: se caçoar de meus erros de português chamá-lo-ei novamente de reinaldete.

    André, magoei com o “reinaldete”, :D… Na boa, até postei isso no twitter: “Querendo corrigir meu português ruim, é um FAVOR que me fazem. Se possível, com ironia ou sarcasmo.”

    Vamos lá, por partes (e me corrija se eu estiver errado):
    1 – vamos diferenciar os crimes, pois isso faz muita diferença no caso:
    1.a)
    Calúnia – art. 138 do CP: “Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime.” Ex.: Nassif é ladrão.
    1.b) Difamação: – art. 140 do CP: “Difamar alguém, imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação.”. Ex.: Nassif “vendeu” sua opinião ao governo, depois de ver sua dívida perdoada.

    Eu vi o tal blog (bndesnassif), e até tinha um outro (muisnallif, ou coisa parecida). O do Gravataí parece que era o primeiro. Calúnia, não havia MESMO. Difamação explícita – como no exemplo -, também não. Mas até cabia uma interpretação nas entrelinhas, com boa vontade. Idelber não falou em calúnia (e nem Nassif), falou em DIFAMAÇÃO.
    Nos posts, não havia nada demais. Se fosse comigo, eu fazia um “contra-blog” e caso encerrado. Agora, Nos comentários, sim, havia calúnia, injúria E difamação. É evidente que, depois de tanto tempo, eu não vou me lembrar de tudo que havia ali. E, como explicarei a seguir, não é realmente importante.
    Independente da exegese do Gravataí sobre a conduta do banco, vou deixar uma situação hipotética para sua reflexão, pois ESSE É O PONTO CENTRAL da minha diferença com Luís Nassif, e que me faz supor que a análise do GM sobre o acordo talvez não fosse tão descabida assim:

    1 – Eu pego um processo teu no fórum e abro um blog, supostamente te difamando;
    2 – Teus leitores ficam sabendo do tal blog e te contam;
    3 – você vai ao link fornecido, lê tudo e, ao invés de buscar as provas e a autoria da difamação para processá-lo (afinal você foi vítima de um crime, certo?), manda o teu advogado pedir ao provedor para somente retirar a página do ar;
    4 – Mediante acordo com o provedor, seu nobre causídico consegue a retirada da página, e você faz um post no teu blog dando a tua versão sobre o caso. Mas, insisto, NÃO PROCESSA NINGUÉM; mais ou menos como você ser roubado pelo seu vizinho, e, ao invés de ir à delegacia buscar a reparação do dano, sair contando aos outros vizinhos que o cara te roubou, que ele é um desgraçado, e coisa e tal. Nem ir à casa dele recuperar os pertences você vai;
    5 – Passa um tempinho, caso esquecido, você volta à carga contra o difamador, com UM POST NO SEU BLOG, dizendo: “amiguinhos, já descobri quem fez aquela maldade comigo: foi fulano, ele mora na rua tal, número tal, bairro tal, telefone tal. Ele fez porque foi cooptado pelos meus inimigos que me massacram. É um esquema muito barra-pesada!”. O tempo vai passando, e NADA DE VOCÊ PROCESSAR o malfeitor.
    6 – Uma ação penal privada (calúnia, injúria, difamação, por ex.) depende da iniciativa do ofendido. Se este se cala, ninguém pode fazer nada. Passa mais tempo e, faltando poucos dias para o direito de ação decair, você VOLTA AO BLOG, pedindo o endereço do difamador AOS SEUS AMIGUINHOS. Sim, aquele MESMO ENDEREÇO que você já havia publicado.

    Moral da história: quem, diante de uma injustiça sofrida, não busca a reparação imediata e cabível, fica apenas alardeando a dor de tê-la sofrido, das duas, uma: ou não sofreu injustiça nenhuma, ou a utiliza para obter outra coisa que o beneficie mais do que a própria reparação. Exemplificando, seria como aqueles mendigos que ficam com suas feridas expostas na rua esmolando, mas nunca irão ao médico tentar curá-las. Afinal, este é o seu meio de subsistência.
    Abraço, “nassifete”! :D, (brincadeira, hein?)

  21. André disse:

    Vinícius, quanto aos crimes:
    O RA acusou o Nassif de ladrão de dinheiro público. O Gravataí é muito mais refinado que isso, e como bom advogado sempre insinuou mais do que afirmou, e mesmo assim ainda sumiu com os posts antigos do Imprensa Marrom. Se ele como advogado tem esse cagaço todo de um processo do Nassif, imagine a batalha do Nassif contra a Veja. Não menospreze esse fator. Acho as duas atitudes (do RA e do Gravataí) típicas de covardes, um se escondendo atrás do poderio da Veja e outro se escondendo atrás das nuances de nossa lingua. Tudo mudaria de figura se o Gravataí ou a Veja ou a Janaína Leite tivessem provado o favorecimento do BNDES ao Nassif. Repito que para provar que houve favorecimento é preciso mostrar que em casos semelhantes o BNDES não agiu da mesma forma. Para isso é preciso mais do que explicar os termos do acordo entre o BNDES e o Nassif.
    Quanto a situação hipotética:
    3) Se eu acho que estou sendo difamado, a primeira providência e estancar o estrago feito pela difamação.
    4) Se eu já tenho vários processos na justiça, para que eu vou abrir mais uma frente de batalha?
    5) Mas eu ainda estou puto com você e resolvo descarregar minha raiva. Lembremos que eu sou humano. E você mesmo (no caso, o Gravataí) já se indignou por muito menos.
    6) Mas eu ainda estou puto com você e resolvo te processar, mas o endereço que eu tenho é da sua mãe. Depois eu me acalmo e desisto.

    Moral da história: quem nunca enfrentou o inferno da justiça brasileira (de longe o pior entre os três poderes) pode achar que essa história é simples.

    a ÚNICA referência que eu fiz ao RA aqui foi sobre a “reinaldete”. Ele não faz parte da minha historinha, a não ser que eu encampe a tese do “esquema barra-pesada”, da “cooptação”. O que eu não vou fazer, neste caso, porque julgo incabível.

    Para “estancar o estrago da difamação”, bem como qualquer “estrago” que esteja contido nas páginas do Código Penal, procurar a justiça é o caminho natural e recomendado. Reclamar da justiça quando você a procura e não é atendido (ou a decisão não é do seu agrado), eu aceito. É o velho jus esperneandi. Mas quem malha a justiça sem sequer acioná-la, na base do “não adianta nada, mesmo”, eu não aceito, porque é o mesmo que eu dizer que o seu carro é uma bosta sem sequer saber se você tem um, baseado apenas no fato de ver um carro quebrado na rua.

    Sobre “jornalistas processados”: Não existe jornalista combativo que esteja imune a processos, e BONS jornalistas usam esses processos como símbolo da sua independência: vão lá, enfrentam calados e, se ganharem, mostram a decisão favorável como um troféu. Sem ficar se vitimizando ou se dizendo perseguido quando perde, estimulando coisas como gente oferecendo até bicicleta velha para “ajudar na vaquinha”. Isso é populismo barato. E o Nassif exibe e ainda se jacta disso, como se fosse um mártir. E, coloque-se no lugar do Civita: o cara faz um “dossiê” contra tua maior revista, tu faz o quê? Se inscreve na comunidade dele? Processar alguém é um DIREITO de todos. Se o Nassif processa o Civita, ele é “combativo”. Se é o contrário, é um elefante querendo esmagar a formiguinha? Poupe-me disto, por favor. Não tenho mais idade pra esses romantismos. Tô mais pra “reumatismo”.

    Novamente, repito: não quero aqui discutir se o acordo com o BNDES foi atípico ou não. Não é isso que está em jogo. O que está em jogo é essa balela de “mídia independente” x “PIG”. Não há santos neste altar, todos tem interesses nisso. Quem faz a mídia independente sou eu, é você, é o leitor, que consegue separar, lendo os DOIS lados, o que presta e o que não presta.

    O judiciário pode ser o pior dos três poderes (eu discordo), mas é o que temos. Negar a importância ou prescindir da justiça sob o argumento de que “não presta” é negar que o Brasil seja um Estado Democrático de Direito. Sugiro a quem defende essa tese (e seja democrata) que pegue em armas e comece uma insurreição já, para corroborá-la.

    Mas eu não vou ficar tentando te convencer do contrário. Deixa o tempo mostrar quem tem razão. E, se me permite, uma dica: procure olhar uma situação do alto. O amigo do teu amigo nem sempre pode ser teu amigo também, porque você não tem como avaliar se a amizade dele com teu amigo é tão sincera quanto a tua.

  22. André disse:

    Fiz a menção ao RA porque a mesma acusação saiu lá, no A Postos e no Imprensa Marrom. E as provas ninguém ofereceu.

    Falo com conhecimento de causa, enfrentar um processo na justiça é caro e desgastante. Enfrentar vários deve ser muito pior. Não advogo que ninguém deixe de procurar a justiça, apenas entendo quem não o faz por querer evitar aborrecimentos. Eu tenho uma regra: prejuízos de até R$50,00 eu nem tento ligar para o SAC da empresa, prejuízos de até R$500,00 eu nem procuro o PROCON, prejuízos de até R$5000,00 eu nem procuro a justiça. É uma regra pessoal, não indico a mais ninguém, nem vou pegar em armas para nada.

    Bons jornalistas não precisam ser mártires, isso é romantismo.

    E o que o Civita fez? Solta os cachorros em cima do Nassif e tenta sufocá-lo com cinco processos. O Nassif não pode entrar na justiça contra o Gravataí mas tem que aguentar calado os processos da Veja?

    Nesse caso também está em jogo se o acordo com o BNDES foi atípico ou não, afinal você avalizou as provas do Gravataí.

    Onde está escrito que o Nassif não pode entrar com processo contra o Gravataí??? Eu desconfio dele, entre várias outras coisas, JUSTAMENTE PORQUE ELE NÃO ENTROU!!
    E, se você entra nessa de “sufocado com cinco processos”, o que eu posso fazer? Coitado do Nassif, né? Imagina o Juca Kfouri, há 20 anos levando um processo por mês da CBF, Ricardo Teixeira, Vanderlei Luxemburgo, Milton Neves, Fernando Capez… Deve estar falido. Os da CBF ele GANHA TODOS, mesmo com o RT levando 50 desembargadores para Copas do Mundo na “cortesia”. E continua batendo nos caras. E trabalhando normalmente, sem chorumelas.

  23. André disse:

    Talvez o Juca Kfouri tenha vocação para santo. Veja que quando eu digo que tenho medo de processo, que um processo gasta e desgasta, eu digo com base em experiência que eu vivi. Não sei como o Juca Kfouri faz, mas eu empresto minha solidariedade a todos que tenham que entrar num fórum. Mas a questão não é o Nassif ser chorão ou não. A questão principal é que ele foi acusado pela tríade RA,GM,JL num esquema manjadíssimo de ficar repercutindo as acusações e prometendo provas até que o tempo se encarregue de fazer parecer que as acusações foram provadas. Veja que eles teriam totais condições de provar o que falam, são jornalistas e advogado com bastante experiência, o RA com o segundo maior grupo de comunicações do Brasil a lhe dar suporte. Nesse assunto o resto é acessório.

    Isso. Ele foi acusado, difamado, caluniado, injuriado, vilipendiado, estuprado, surrado e calado pelo malvadão do Gravataí e sua trupe de acusadores baratos e corrompidos. Graças a isso, foi demitido da FSP e da TV Cultura, sua Agência Dinheiro Vivo morreu e ele só sobrevive graças à ajuda dos que lutam por uma imprensa livre e democrática neste Brasil dominado pelos barões da mídia golpista. Tá bom assim?
    Desculpa, André, mas não dá pra continuar isso. Eu falo sobre um assunto, você volta para outro. O resumo de tudo isso é: Nassif NÃO É INDEPENDENTE PORRA NENHUMA, não é transparente porra nenhuma e tem muito a esconder. Se é o tal empréstimo, não sei e nem quero saber.

  24. André disse:

    O Nassif foi acusado de roubar dinheiro público. Não foi estuprado nem surrado. O Gravataí não é malvadão, apenas não me acrescenta mais nada, eu prefiro ler o RA original. Embora, nessa briga com o Nassif, ele seja a parte mais fraca isso não o isenta de ter responsabilidade sobre uma acusação forte como a que fez. A saída da Folha foi anterior ao caso, a saída da Cultura pode ter tido influência desse caso. A agência dele ainda não morreu.
    No meu primeiro comentário eu já havia alertado que o que me trouxe aqui era tentar saber a verdade sobre as provas que o Gravataí havia levantado, pois ele afirmou que você as viu. Não estou mudando de assunto. Sou um chato e acho que uma acusação grave como essa não pode ficar pendente de provas indefinidamente.

    Uma coisa eu te garanto: quem acusou LN de roubar foi o RA, não o GM. Tanto é verdade que LN NUNCA acusou GM de calúnia, e sim de difamação (veja as diferenças uns 6 comentários acima). Portanto, quem tem o ônus da prova que você tanto busca é o RA, não GM e, MUITO MENOS, eu (nem acusei ninguém de roubo!). Só que lá RA não te “atende”, eu sei, assim como LN não me “atende” no blog dele. Coisas da “mídia golpista” e da “mídia independente”, né?
    Se você veio aqui para ver provas de algo que eu não acusei, sinto muito pela perda da viagem. Aqui só tem indícios de que LN é um jornalista muito diferente da imagem que ele vende aos seus leitores. Isto é o que eu pretendi mostrar, desde o início. Só isto.
    Só mais uma coisa: para essa acusação ser devidamente espancada por LN, só há UM caminho: a Justiça Brasileira. Goste você ou não dela, seja boa ou ruim, é lá o ÚNICO local, num Estado Democrático de Direito, onde eventuais injustiças podem ser reparadas. E lá ele não foi, e nem irá, pelo visto. Que fique, pois, lá no blog dele pedindo solidariedade ao povo e promovendo “vaquinhas”. Vida que segue. Abraço

  25. Alê disse:

    -
    …suspiro…

    Alê
    -

  26. André disse:

    Como eu já disse, o GM foi muito mais cuidadoso com as palavras que o RA. Uma coisa se diga em defesa do RA, ele nunca prometeu provar que houve favorecimento do BNDES ao Nassif, coisa que o GM fez. Do RA eu não esperava nada e continuo não esperando, mas eu apreciava bastante o Imprensa Marrom, e esperava um pouco mais de seriedade do GM. Num momento de raiva podemos nos exceder e falar bobagem, seria um gesto de grandeza do GM admitir que não conseguiu provar que houve o tal favorecimento, sem deixar de malhar o Nassif por suas idiosincrasias. Você entrou nessa história apenas porque o GM afirmou que você viu as provas que ele não pode divulgar mais. Se você não quer desmentir o GM eu entenderei e darei por encerrado o assunto.

    Perguntas: você viu o blog do GM? Se viu, onde havia alguma acusação? Você sabe a diferença entre dizer “isso é uma coisa estranha, inédita e fora dos padrões” e “isso é uma sacanagem, um roubo”? Se não viu, como pode dizer que havia alguma acusação lá? Fiando-se na palavra do acusado? Na boa, velho, chega. Pra mim, já deu. Eu falo de uma coisa, você vem e fala de outra. Peça maiores informações aos envolvidos. Só eles poderão saciar a sua sede de justiça que, pelo jeito, é maior do que a da vítima.

  27. André disse:

    Respostas: vi sim, o GM falou que houve favorecimento do BNDES ao Nassif. Não colo aqui porque os posts antigos do IM sumiram. Não existe sede de vingança, nem mudei de assunto, quero apenas esclarecer um fato: GM apresentou as provas ou não. Você viu, conforme o GM afirmou? Ele mostrou casos semelhantes ao do Nassif, nos quais o BNDES agiu de forma diversa? É só isso.

    É assim, André: mudou de assunto, SIM, porque o tema central do post no qual você me dá a honra de comentar é a independência de fancaria de alguns blogueiros “independentes”. Lembre-se que você caiu aqui por causa do Hermenauta, que abordava lá exatamente a mudança de postura de alguns escribas internéticos. Na boa, você quer transformar um tema ACESSÓRIO (aqui neste post ele é ACESSÓRIO, ok?) em central. Você fez uns 10 comentários aqui e não falou NADA sobre a atitude autoritária, antidemocrática e, principalmente, DISSIMULADA do sr. Luis Nassif, apagando um comentário SEM OFENSA NENHUMA (tá o print lá, ok?), para em seguida me BLOQUEAR no twitter por DIVERGÊNCIA de opinião e “exposição da bunda dele na janela”, pela atitude RIDÍCULA e COVARDE de chamar a turminha pra linchar um desafeto. Pior, até passou a mão na cabeça dele, e foi bastante tímido quando esboçou uma crítica.
    Este é o cara que você defende tanto. Se não quer entender isso, paciência.
    O objetivo central desta merda de post é mostrar que a internet é cheia de “falsos profetas”, e que cegos os seguem e rumam para o buraco da desinformação sem perceber, como naquele joguinho dos Lemmings. Quanto á sua curiosidade em “ver as provas”, repito: procure os envolvidos. Meu assunto aqui é outro. E já percebi que este não lhe interessa. Portanto, peço a gentileza de, caso não tenha nada a dizer sobre o TEMA CENTRAL DO POST, abstenha-se de repetir sempre a mesma coisa, beleza? Por sinal (tava relendo agora), eu deixei BEM CLARO que não iria ficar comentando Janaínas, BNDESses e quetais. Quebrei a promessa. Peço desculpas a quem lê os comentários.

  28. Alê disse:

    -
    É por essas e outras que eu evito abrir um blog e prefiro me escorar no blog dos outros. Eu sou chato, eu sei, mas o que há de micuins por aí, não é mole.

    Eu, se estivesse pilotando um blog, consideraria indagar a idade, formação, viagens, credo, vivências pessoais, antes de dar assunto a quem se mostrasse obssessivo. Do contrário, parece que a gente está falando com alguém equilibrado, maduro e ponderado e vai ver está discutindo com algum adolescente espinhento fã de x-men. O ASS tem um post antigo e ótimo a respeito. Se vc quiser o link, Vinícius, eu procuro (dava uma boa inspiraçao para um post teu)

    Alê

    Valeu, manda aí. Eu não me nego a discutir o que for, com quem quer que seja, desde que haja lealdade na discussão. Tipo: eu falo “a”, o cara pode discordar um monte, mas sobre o “a” que eu falei. Torcer o que eu digo pra caber na idéia dele, não mesmo.
    Outro dia entrou um zé-bosta aqui, se dizendo “publicitário”, querendo discutir preço de mídia, quando o post tratava do direito de um cara recusar entrevista para quem nunca quis saber dele. Mas ainda me falta uma certa “malandragem blogueira”, mesmo com essa bosta aqui já ter mais de 3 anos.

    • Alê disse:

      -
      Tó:

      Polêmicas

      A Internet é o fim da profissão de jornalista. Ou pelo menos da dignidade dela.
      O mais digno, barrigudo e pomposo jornalista corre o risco de ser xingado por um molequinho em Mogi das Cruzes.
      Ou de ser contestado num detalhe qualquer por um sujeito vagamente desequilibrado que mora entre pilhas de jornais velhos no Baixo Leblon.

      Não importa se o texto estava liricamente, solenemente, melancolicamente, maravilhosamente escrito.
      O sujeito do Baixo Leblon coloca logo abaixo do texto: “Adolpho Bloch nunca disse isso, e posso provar” – seguido de nove parágrafos com citações, inclusive, do próprio Adolpho Bloch dizendo que nunca disse isso.
      Logo abaixo, uma mensagem do molequinho de Mogi das Cruzes: “Hua hua hua hua! O cara mentiu malandro! Se liga mané!!!!!!! Valeeeeeeuuuuuuu!!!!”

      Continua: http://www.apostos.com/soaressilva/2006/03/polemicas_1.html

      O post é grande e deve ser lido com calma. Vale cada letra.
      Eu sempre o releio (é de março/2006) e a cada parágrafo, paro e penso: “É verdade…”

      Alê

      Espetacular! Muito bom, mesmo!

  29. André disse:

    O Nassif costuma pular fora de bola dividida. Quando alguma polêmica envolve um amigo dele, ele se abstém de comentar ou impõe um assunto mais confortável para a discussão. Veta, faz de desentendido, ignora ou ironiza o que ele chama de baixarias ou quem ousa apontar incongruências no seu raciocínio, e convida o comentarista a voltar para o esgoto de onde nunca deveria ter saído. Me parece que essa tem sido a tônica de todos os blogs.

    Aqui, não, violão. Você fez “514 comentários”, todos aprovados e respondidos. Sem ofensa, sem mandar para o esgoto, nada. O problema é que você está querendo encaminhar a discussão para fora da idéia central do post (que você, surpreendentemente, abordou agora – ainda tímido, mas abordou), e eu não entro nessa. Quer falar da atuação da blogosfera independente, vamulá. Agora, picuinha de z, h e w, quem prova o quê, quando o papo é de x e y, tô fora. E, mesmo assim, não fugi do assunto. E digo mais: se o Nassif não tivesse mandado apagar o blog “apócrifo”, acho que eu teria ido lá printar os documentos e fazer a MINHA análise, de tanto que você falou aqui. Venha sempre, se quiser, mas leia o post ANTES de comentar. E atenha-se a ele, por favor. Senão vira conversa de hospício.:D

  30. André disse:

    Me desculpe, você tem razão quanto a mandar voltar para o esgoto. Mas continuo achando que assuntos espinhosos nenhum blogueiro gosta de tratar (talvez apenas o Hermenauta e o NPTO). Sempre que o assunto resvala para uma zona de desconforto o blogueiro sai com um atenha-se ao tema do post. Até o Idelber fazia isso. Entendo que quando o assunto se afasta demais do tema central não se tem como evitar essa atitude. Mas isso tem se tornado muito frequente e é uma forma de interditar o debate.

    Se você entende que não tem como evitar, ótimo. Se vê isso ficar muito frequente, evidentemente NÃO É por culpa do blogueiro, e sim dos comentaristas que insistem em levar a discussão para fora do assunto central do post. Blogueiro não “interdita debate” fazendo isso, apenas DIRECIONA o debate PARA O CONTEÚDO POSTADO. Se você entra numa caixa de comentários de um post sobre futebol e começa a falar do Schopenhauer, não dá, né?
    Existe uma DIFERENÇA muito grande entre FÓRUM e BLOG. No primeiro, QUALQUER INSCRITO abre um tópico e o pessoal comenta se quiser. No blog, SÓ O DONO DO BLOG ABRE TÓPICOS, e você visita e comenta se quiser, mas SEMPRE falando SOBRE o assunto postado.

  31. Luís disse:

    Eu também escolhi o meu lado.

    Que o Gravataí Merdengue morra.

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