Quando Perder é Bom

Tinha tanta lenha pra arriar sobre o “Mestre” Parreira, após a desclassificação da Copa, que até me cansei. Tinha tanto pra escrever, pensei tanto, que virou o fio. Mas, como não posso deixar de tecer meus comentários pertinentes e abalizados, como é praxe nessa curva de rio aqui, aí vai.
Nunca gostei desse sujeito … Ele é o arquétipo dessa CBF trambiqueira: fora do campo, lustrado com um falar manso e razoavelmente letrado; como técnico, uma verdadeira farsa, mero convocador de craques (se não da bola, pela escolha dos empresários).
Nem mesmo quando ganhou Copa dos Estados Unidos, tornando a mediocridade travestida de eficiência em mantra dos adoradores da vitória, ele me convencia. Pra mim, essa Copa passaria batido, salvo pelo Romário, que do projeto original nem fazia parte. Aliás, quem disse que eu tô preocupado em ganhar sempre. Eu quero é ver futebol bonito, coisa que ele sempre podou. Eu quero ver o melhor jogando, e jogando bonito… o resto que se lasque!

Essa derrota teve o grande mérito de desnudar a canastrice desse senhor, que nunca soube nada de futebol (quem me conhece sabe que não estou surfando na onda da derrota, sempre achei isso). E olha que o cabra tava na bica p´ra se imortalizar como “Mestre”. Bem feito!!!
Pegar um time com cara de 82 e fazê-lo jogar como o de 90!!!
Não adianta, velho, a casa caiu. E só pra te sacanear mais ainda, a sua antítese Telê Santana já se foi, virou mártir pra todos e fantasma pra você e sua patota.
Perder até que não foi assim tão ruim.

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