171 no Vietnã

Chegou, vestiu a camisa, amarrou a chuteira e... voltou!

Chegou, vestiu a camisa, amarrou a chuteira e... voltou!

Denílson (a lenda, o mito, o craque), depois de uma passagem apagada no pujante Itumbiara-GO, dava a impressão de que ia encerrar a sua gloriosa carreira aos 31 anos.

Como o futebol está globalizado, seus agentes procuraram mundo afora uma boquinha para o campeão mundial de 2002. Procuraram, procuraram e acharam: “Denílson, tem uma proposta do Hai Phong Cement pra você!”. E lá foi o bravo Denílson para o Vietnã. O artista tem de ir aonde o povo está!

Ruins de bola (mas bons de negócio), os dirigentes vietnamitas fizeram um contrato “por jogo” – tipo várzea: US$ 12 mil por partida (mais um bônus de US$ 5 mil por gol marcado).

Mesmo com todas essas precauções, o “chapéu” foi parcial: Denílson jogou só 45 minutos, fez um gol de falta, e saiu com US$ 17 mil (12 do jogo mais 5 do gol). Recebeu integral, jogou meio tempo, alegou uma contusão e foi pro aeroporto.

Em breve, veremos o craque nos lugares mais ao seu estilo, como no programa da Luciana Gimenez ou boates chiques de SP.

Quem sabe, se o empresário trabalhar bem, em algum desesperado da série B do brasileirão (São Caetano?).

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One Response to 171 no Vietnã

  1. Deve ter pago 50 dólares para o goleiro aceitar a falta.

    Hehehehe…

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