Videozinho para o feriadão esportivo!

Caras, o futebol PRECISA de coisas assim, não precisa?

Dica da mulher que mais entende (e gosta) de esportes na internet, a grande HOLYSHADOW. Figuraça! \o/\o/ (ela gosta desses bonequinhos!)

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10 Responses to Videozinho para o feriadão esportivo!

  1. Lembra do famoso: Se é homem cospe aqui?
    Famoso nas portas das escolas no Itaim e penso que em toda SP. Me lembrei disso vendo os caras se provocando. e tem uma se fizer isso no futebol o gay, digo, juiz expulsa todo mundo.

    Pois é… e hoje, com esse papinho de fairplay e o cacete, a FIFA não aprovaria. Futebol era guerra dentro de campo, hoje tá virando jogo de maricas. Vou assistir mais rugby. rs.

  2. Elton disse:

    Seu estivesse no estádio, ia embora para casa com medo de morrer.

  3. Como a Nova Zelândia pode acabar indo à Copa – afinal, hoje faz o primeiro jogo contra o Bahrein na repescagem Ásia-Oceania – quem sabe não vejamos a Haka ao som das vuvuzelas ano que vem? Lembro que uma vez o time de futebol da Nova Zelândia fez a Haka, num jogo contra o Brasil (mas claro que não adiantou nada e o Brasil ganhou).

    Nova Zelândia, no futebol, nem com Haka…rs

  4. Alê disse:


    Me lembrou o filme “Coração Valente”.
    Depois desse mise-en-scène eles tb mostram a bunda em campo ou preferem mostrá-la no vestiário?

    Outro filme que me vêm à memória é “2001 – Uma Odisséia no Espaço”; nos primeiros minutos há uma disputa entre duas tribos de trogloditas por uma poça d’agua. Os gestos agressivos das duas tribos são menos coreografados mas com intenções bastante óbvias. Até que o troglô, dono de um fêmur, imbuído de coragem, avança e mata o líder do bando rival, com uma ossada na cabeça.

    Não é exatamente isso que ocorre no futebol entre torcidas? Coontida, quando possível, pela sempre gentil e doce tropa de choque?

    Houve época em que o futebol viril/varonil podia ser exercido em sua plenitude.
    Época em que as torcidas não eram formadas por quadrilheiros e os atletas não eram considerados um investimento milionário a ser protegido a todo custo.

    Tem um ótimo post sobre uma partida épica, escrito por um blogueiro que acompanho. Reproduzo uma parte do texto abaixo e coloco o link no final, para quem quiser ler na íntegra:

    “…Eu sei que não tenho que meter meu bedelho nesse assunto de flamengos, mas como fã de futebol sou obrigado a dizer – a torcida deveria homenagear um ídolo que, no panteão do clube da Gávea, merece estar no mesmo patamar dos citados:

    Anselmo, o vingador do Estádio Centenário.

    Nenhum jogador na história do futebol brasileiro cumpriu com tanta determinação uma função estabelecida por um técnico. Anselmo é daqueles casos raros de um cabra que deveria, pelos serviços prestados ao futebol, ser um patrimônio de todos os admiradores do esporte, como um Pelé, um Garrincha, um Zico, um Paulinho Criciúma ou um Rivellino.

    O Flamengo disputava, em 1981, a final da Libertadores da América contra o time chileno do Cobreloa. Após a vitória por 2×1 no primeiro confronto, o urubu foi derrotado por 1×0 no jogo da volta, em Santiago do Chile.

    A partida em território chileno foi das mais violentas da história do futebol. Em um campo cercado por carabineiros da ditadura chilena, um zagueiro do Cobreloa, Mário Soto, distribuiu pancadas de fazer corar até o general Pinochet. Dizem testemunhas e relatam jornais da época que Pinochet, nas tribunas, virou-se para um assecla e disse espantado:

    – Não está exagerando, o nosso Mario Soto ?

    Não satisfeito em praticar artes marciais no gramado, Soto resolveu disputar as jogadas com uma pedra na mão. O resultado: O maior número de supercílios abertos em todos os tempos dentro das quatro linhas. Adílio e Lico sangravam tanto que quase foram obrigados a fazer transfusão de sangue na beira do gramado. A vermelhidão chegou a ofuscar a brancura da cordilheira dos Andes.

    A negra do confronto foi disputada em campo neutro – o Estádio Centenário, em Montevidéu. O Mengo definiu o título com dois gols do Galinho de Quintino, o que credenciou o time para disputar a Copa Toyota de 1981. Nada demais, apenas mais um jogo e um troféu, se não fosse pelo que ocorreu no final.

    Faltando dois ou três minutos para acabar a partida, o técnico Paulo Cesar Carpegianni chamou Anselmo, o centroavante reserva, e deu a ele a instrução mais rápida da historia do esporte bretão :

    – Nem aquece. Entra lá e dá uma porrada no cara.

    Com impressionante disciplina tática, Anselmo fez exatamente isso trinta segundos após entrar em campo. O vingador rubro-negro deu um cruzado de direita em Mario Soto e levou o chileno à nocaute. Lembrou, pela técnica e precisão, o soco de Muhammad Ali que derrubou George Foreman na disputa pelo cinturão dos pesados em 1974.

    Tenho sobre essa porrada uma tese irrefutável – ali, graças a Anselmo, as ditaduras latino-americanas que assombraram o continente durante a Guerra Fria começaram a desabar. O destino do próprio Pinochet foi selado naquele momento. Não é a toa que, em recente pesquisa publicada na Inglaterra, acadêmicos de renome consideraram que as três quedas mais impactantes da história foram a do Império Romano, a do Muro de Berlim e a de Mario Soto na final da Libertadores.

    Anselmo restaurou, naquele golpe certeiro, a dimensão épica que o futebol, como metáfora da vida, deve ter. Relembrar a porrada em Mario Soto nos redime desses mauricinhos politicamente corretos, pastores evangélicos e festeiros infantis que ocupam hoje os gramados.

    A diferença entre Anselmo e os Kakás e Ronaldos é a que separa os homens dos meninos. Enquanto o primeiro é um personagem digno de Ilíadas, Sertões e Odisséias, esses fracotes de hoje, quando muito, rendem apenas reportagens de quinta categoria na revista Caras.

    Anselmo merece todas as loas.

    via LUIZ ANTONIO SIMAS -> http://migre.me/8LJ5

    Alê

  5. Alê disse:


    Vi o vídeo e lembrei-me de dois filmes.

    O primeiro, naturalmente, é “Coração Valente” e se aplica no caso do rugby.
    Esses guerreiros machões do rugby não possuem nada de maricas (muito menos o coreógrafo contratado para ensaiá-los). Fica, a mim, somente uma pergunta no ar: Eles tb mostram a bunda em campo ou preferem mostrá-la no vestiário?

    O outro filme que me veio à mente, não sei porquê, é uma tentativa de demonstrar através de uma metáfora boba e sem fundamento o que ocorreria se jogadores de futebol fizessem uso de coreografia similar.

    É sabido, no mundo todo e em especial em São Paulo, que a gentileza e cordialidade que os torcedores de futebol demonstram com a torcida rival (e tb com a nossa sempre amistosa e risonha tropa de choque) é exemplar.

    “2001 – Uma Odisséia no Espaço”; quem assistiu, sem dormir, se lembra dos primeiros minutos, quando é mostrado uma disputa entre duas tribos de trogloditas por uma poça d’agua. Os gestos ameaçadores de ambas as tribos, são menos estilosos que o do vídeo acima (ui!), mas bastante óbvios. Até que, imbuído de cachaç…digo; coragem e portando um fêmur, o líder da torc… digo; do bando A avança e dá uma ossada na cabeça do líder do bando B, que cai morto.

    Pela descrição já deu para sacar que se trata de uma cena forçada e totalmente desconectada com a realidade. Nem sei porque a citei.

    Alê

  6. A Carioca disse:

    Eu acho a Haka o máximo, descobri a tal dança no filme ” Murderball” , um docum,entário sobre rubgy em cadeira de rodas.
    Mas…haka por haka, fico com esse vídeo engraçadíssimo : http://www.youtube.com/watch?v=Nmy6OaZEAhE

    Muito bom! Valeu!

  7. Putinho disse:

    Meu caro bandido do eixo do mal, dê uma passada pelo blog e veja a fria que te espera!

    O justiceiro da verdade, Putinho, acabará com a sua pele!

    Ajude-o na divulgação de seu blog ou terá seus dias contados!

    http://blogdoputinho.wordpress.com

    Hahahaha. “Denuncismo com imbecilidade”! Vai pros favoritos.

  8. saulo disse:

    Hahaha… Muito bom o vídeo. Já pensou se isso pega no futebol.

  9. Alê disse:


    Pô Vinícius, ao não deletar um dos meus dois comentários, fiquei parecendo um velho esclerosado.

    Deixa eu explicar para quem estiver lendo; fiz o primeiro comentário, enviei, mas não apareceu o aviso de espera pela aprovação, nem nada.
    Pensei que havia perdido o texto e xinguei a porra do wordpress – obviamente não dava para mandar um comentário tão extenso.

    Refiz o comentário – mais curto -, dispensando a estória do Anselmo e reenviei.

    Foi isso.

    Alê
    PS. Bom, esse texto do LASimas, né?

    Mas eu DELETEI um, além do pedido para deletar. Se você mandou 3x, aí fica difícil, porque eu não vejo a caixa de comentários enquanto estou aprovando. O texto é bom, sim.

    PS.: olhaí, você mandou 2 comentários iguais...

  10. Alê disse:


    Eu sei, eu sei. Mas fazer o quê, se essa merda aqui às vezes cisma de não mostrar a msg de espera de aprovação?
    Mando e cruzo os dedos? Mando e dou de ombros?

    Se isso não te irritar muito, vamos combinar assim: o comentário que vale é sempre o último que eu enviei. Qquer coisa vc me tuíta. Ou não. Cêquisabi.

    Alê

    Falô…

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