Olha o choubizines aí, gente!

Vídeo da Globo.com não incorpora no WordPress. Mas a matéria e o vídeo estão aqui.

Para quem não quiser clicar no link, a história: Uma tal de “Banda Strike” – essas coisas EMOCore, tipo “Cine”, “NXZero” e tal – gravou um “na estrada” para o Multishow. Em uma das cenas, o baterista (Cadu) tenta ser tão engraçadinho quanto a sua capacidade musical, e prepara um “coquetel”, acrescentando como ingrediente, MIJO. Isto: ele mija no copo, mistura com gatorade, refrigerante e sei lá mais o quê. Depois de faturar uma grana dos colegas (que apostaram que ele não beberia a mistura macabra – ele deu um golinho), o imbecil oferece a nojeira para uma fã adolescente. Inocentemente, e confiando no ídolo, a menina bebe o mijo dele. Duas belas talagadas. Reclama do gosto, estranha, mas bebe. Afinal, está no camarim, abraçada com o bacana. Corta.

Antes que venha alguém dizer que era armação, pegadinha ou coisa do gênero, aviso: não muda porra nenhuma. Foi uma atitude grotesca e desrespeitosa, até mesmo se a infeliz da menina aceitou participar da farsa.

Antes que venha alguém dizer que eu “não sei brincar”, digo: SEI, sim. Só que uma brincadeira deve ter graça, e isso não tem graça nenhuma, só é humilhante.

Se você acha que isso é uma brincadeira inocente, deve ser fã da infinidade de tosqueiras travestidas de humor que os Pânicos da vida exibem na TV, usando anônimos como “escada”. Como fizeram com aquele coitado do Zina.

Mesmo com tudo isso, se algum eminho/a ainda se atrever a defender todos ou qualquer um dos envolvidos no episódio, mando um singelo “vão se foder, seus idiotas”.

E meu “especial agradecimento” ao canal Multishow, que vem contribuindo sobremaneira para a cultura e informação no país. Afinal, este é o papel da TV: mostrar que beber mijo do seu ídolo é cool.

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9 Responses to Olha o choubizines aí, gente!

  1. Sai uma “3 fazenda” do boteco do seu Zé! Rua Ciri-Apoá Vila Mara, ao lado do Pantanal. Quem sabe um “lavrado” da “24” no mesmo boteco que muita gente pede assim:
    – Seu Zé, dá um prefeito aí prá nóis!!!
    (Prefeito = Caninha 24 +- R$ 1,32 o Litro que na verdade tem 900Ml.) Seu Zé vende a R$ 0,45 a dose. R$ 0,45X18 = R 8,10.
    Mas ele faz uma porção de carne seca com mandioca que é de lascar.

    Quifaiz cuma porra dessa? Quando sarar da bebedeira, comenta, falô?

  2. Thiago Ferreira disse:

    Mas do Youtube cola. E tem delicia melhor que essa?

    Esse vesgo é um idiota completo.

  3. Alê disse:


    A pegadinha da morte
    Programa da TV japonesa simula 3 assassinatos para assustar um participante.
    por THIAGO PERIN

    A televisão japonesa tem programas bizarros, mas desta vez se superou.

    O programa Panic Face King, criado pela emissora TBS (Tokyo Broadcasting System, uma das maiores do país), armou a primeira pegadinha da morte: um ataque à mão armada, com direito a várias execuções de mentira.

    A emissora convidou o apresentador Kato Ayumi para fazer uma reportagem. Ele achava que iria entrevistar dois membros de uma organização criminosa. De repente, um atirador fez vários disparos pela janela – matando os entrevistados e o câmera.

    Em pânico, Kato se escondeu atrás de um sofá. Entrou na sala um falso policial, que trocou tiros com o bandido e revelou a verdade. O vídeo, que foi ao ar em outubro, acabou caindo na internet – e gerando escândalo pelo mundo.
    “Nós nunca faríamos isso. Até me arrepiou”, diz o ator Ivo Holanda, 74 anos, o pioneiro e rei das pegadinhas no Brasil. Mas os produtores japoneses não estão nem aí. Um dos programas de maior audiência no país é o Batsu Game (“jogo do castigo”), que é puramente sádico: os participantes levam tapas na cara, chicotadas, surras com lápis gigantes de borracha ou tiros de dardo no bumbum. Não é brincadêra, meu! Ô loco!

    Esse texto foi publicado na superinteressante desse mês. Eu, particulamente, acho que foi tudo armado. As reações são muito burlescas. Mas enfim…

    A atração que sentimos pelo horror e pelo sensacionalismo é atávica. Uma vez, qdo era estudante de jornalismo, nosso grupo foi entrevistar o Zé Proença, secretário de redação do Notícias Populares.

    Éramos jovens, rebeldes, inconformados e questionadores. Para nós, na época, trabalhar no NP, após a formatura, era o fundo do poço. Desprezávamos profundamente o tipo de imprensa que era exercida na redação.

    Portanto, nossa entrevista foi conduzida sob um tom sardônico, evidenciando todo o asco que sentíamos pelo jornal. Qdo o Zé sentiu o clima e sacou o que tava acontecendo, foi até a mesa dele, pegou uma bíblia e jogou no meio da roda: “- Tá tudo aqui! Tudo o que publicamos, já foi publicado antes, de um jeito ou de outro, nesse best-seller atemporal. Vendemos o que a freguesia que comprar.”

    Não sei qto aos outros, mas aquilo calou fundo em mim. Tanto que me veio à mente, ao ler teu post (muito bom, como sempre, e mais abaixo quero te fazer um pedido).

    A tv é a popularização massiva dos frek-shows. Aquele circo de horrores, que difundiu-se no início do século passado, sob o comando do espertalhão PT (epa!) Barnum.
    Nós gostamos de ver tragédias, crueldades, fofocas, escândalos, puxadas de tapete, barracos, etc.
    É de nossa natureza e negá-la é bobagem.
    Podemos nos envergonhar ao acompanharmos com ansiedade e interesse casos escabrosos – mas sem-vergonha que somos – vamos continuar a fazê-lo e a midia taí para aplacar esse anseio, seja fabricando os assuntos ou os ampliando.

    E emo tomando mijo ou tomando no cu, não faz a menor diferença. Nem pra mim, nem pra eles.

    Vinicius, queria pedir a vc o uso de alguns tpcs (esse inclusive), para ilustrar alguns debates em uma cmm do orkut. Teu texto seria parafraseado e adaptado às circunstâncias, bem como a opinião de alguns outros leitores, para dar maior corpo ao conjunto da obra. Claro que é informada a origem e a inspiração do tópico criado. Se vc concordar, me informe a quem é dado o crédito (ao blog ou ao autor do post? e se for o autor, informo o twitter ou mando pra cá?)

    Alê

    Alê, grato. Aqui tudo pode ser usado livremente, desde que devidamente linkado pra cá. Nem precisa pedir.

    • Alê disse:


      Esqueci-me de acrescentar em meu comentário, minha opinião a respeito do uso de anões em “humorísticos” e agora perdeu-se o élan (gostou do verbete “élan”? pralguma coisa serviu passar dias e dias resolvendo palavras cruzadas)

      Afinal, qual é a graça intríseca (de novo, hahaha) na figura de um anão? Puta mau gosto.

      Obrigado pelo desprendimento. Linko pro blog sim, mas duvido que alguém venha visitá-lo.
      Sei lá pq razões, orkunautas, detestam twitter e não andam por blogs.
      Aliás, valia até um post, mencionando essas tribos que não se misturam (o pessoal das listas, das salas de chat, redes sociais, fóruns, etc).

      Alê

      Até vêm, sim. Mas não é por isso, é só pra não ficar circulando coisa que tem “dono” como anônima, ou apropriadas indevidamente.

  4. Claudio disse:

    Por isso que minha mãe sempre me ensinou: nunca beba em copo de estranhos!

    hehehe, verdade.

  5. Lucius disse:

    Não duvido que tudo isso foi pra gerar debate em tudo que é site/blog/seiláoq.
    Nem sabia que existia essa banda (?).

    Não está perdendo nada. E a idéia é essa, mesmo: polemizar.

  6. O Vinicius tá é recebendo um $$$ do Strike para falar mal, mas falar deles…

    hahaha, capaz, mesmo… E é melhor eu receber logo, daqui a um mês eles tão pedindo esmola.

  7. Tudo que eu tenho a dizer sobre este episódio se resume a “ARGH!”

  8. Putz, estou errando tudo hoje… deleta esse aqui e o comentário com a palavra comentário, por favor. O correto é o que tem a palavra EPISóDIO. Mil perdões.

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