Priscillas: uma coisa é amar, outra é trepar

O post sobre o Ceni rendeu pra cacete, eu não esperava. Os comentários foram muito bacanas, uma pá de gente reproduziu ou linkou. A todos,  muito obrigado.

Teve um comentário que eu fui responder e vi que tava quase fazendo outro post. Então melhor fazer, dedicado àquela meia-dúzia de babacas (um, em especial) que veio destilar a já conhecida intolerância e recalque das “Priscillas”: moleques, vocês NUNCA vão me cagar regra sobre como amar o SPFC, porque eu amo. Vocês, Priscillas, trepam com ele. Trepam, gozam, e ainda limpam o pau na cortina do motel. E isso me envergonha.

É muito fácil torcer pra quem ganha. É muito fácil “fazer bolinho”, mas, como diz Mano Brown, “Quem vive em bolo é fermento”. Não é o meu caso, Priscillas. Vai uma historinha pra vocês:

Peguem lá no gúgol (porque memória real vocês não têm), um tabu entre SPFC e SCCP. Ficamos CINCO ANOS sem ganhar dos caras, levando gol de Geraldão. Sabem a quantos jogos SPFC x SCCP eu fui nesse período, Priscillas? TODOS. E a humilhação maior, pra mim, não era perder no campo: era ver que eram sempre OS MESMOS torcedores tricolores que estavam lá. Parecia a torcida da Lusa, todo mundo se conhecia.

Sabe o Morumbi, nosso estádio? Então, vou contar pra vocês: antigamente, não tinha essas cadeirinhas coloridas, sabe? Nem grades e setores. Era cimentão. A PM dividia a arquibancada com dois pares de cordas apoiadas em cavaletes, e botava uns “coxinhas” entre elas. Antes de abrir os portões, era dividido meio-a-meio. Aí começavam a entrar os torcedores, e a PM controlava as cordas: conforme ia enchendo um lado, eles empurravam as cordas, retirando “território” da outra. Para nós acabava sobrando, quando muito, algo como hoje é a arquibancada azul (teve clássico que sobrou menos). Cara, como eu ficava puto com isso! Os rivais gritando “abre, abre!”, e a polícia encurralando a gente, DENTRO DA NOSSA CASA. Terminado o jogo, ainda perdíamos e levávamos zoação e cusparada na Praça R. G. Pedrosa. Vocês, hoje, armam tocaias covardes e dão tiros.

Vocês, Priscillas, nunca precisaram passar por isso. Pegaram tudo mastigadinho, pronto para o consumo: a puta gostosa, de pernas abertas, gritando “vem, gostosão”. Nasceram sob a proteção de Oscar e Darío; cresceram guarnecidos por Rogério Ceni. Eu me aterrorizava com Toinho, Arlindo e Tecão; é bom gozar com gol de Careca e Luis Fabiano, mas aguentar um Marião, um Mickey, ninguém queria. Desculpem: quase ninguém: era minha mãe, meus irmãos, eu, o Renatão, o Valdir, o Hélio Silva… E, vejam que coisa engraçada: o SPFC GANHAVA títulos! Não tinha fila, mas a torcida… cadê? Pensa que é bacana assistir SPFC x Marília com 300 gatos pingados congelando no Morumbi? Mas eu tava lá, sempre. Arrumando a cama pra vocês hoje baterem no peito e se autoproclamarem a torcida que mais cresce no Brasil.

Por isso (e MUITO mais que isso), Priscillas, não tentem me impor sua falsa idolatria, onde jogador só é bom quando cruza bracinho na frente de vocês, ou quando assina chequinho pra financiar carnaval e cocaína. Eu sou do tempo em que jogador do SPFC nem conseguia escutar quando a torcida gritava o seu nome. Mas eu gritava, mesmo assim. Aqui tem calo de bambu na mão, bacana. Vocês seguram bexiguinha e tira de pano esticada.

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46 Responses to Priscillas: uma coisa é amar, outra é trepar

  1. Angelo disse:

    Clap, clap, clap.

  2. Marcelo Abdul disse:

    Falou cara.

    Quem sabe o JJ arruma um prêmio de “melhor são paulino do mundo” pra você.

    Uhauahauahuahauh!

    Um comentário desses é bem a cultura dos novos tempos: ninguém faz mais nada por ideologia ou paixão, sempre tem de ter uma vantagem, um premiozinho, um cala-boca, né? As Priscillas que o digam.

    • Marcelo Abdul disse:

      Mi mi mi mi. Quer uma medalha cara?

      Só porque você roeu o osso no passado você se acha no direito de ofender torcedor do seu clube?

      Entendo seu ponto de vista sobre o Rogério Ceni, mas desculpe cara, não concordo. E se a maioria discorda de você, tu fica putinho e coloca apelido feminino em tudo mundo? rss.

      E soberba por soberba todas as torcidas tem. A torcida corinthiana chama o seu time de “todo poderoso timão”. A do Palmeiras de “verdão”. TODAS as torcidas tem esse comportamento. É bem fácil ser “pacífico” quando naquela época chamavam você de pó-de-arroz. Hoje chamam você de bicha. Desculpe, mas não foi nossa torcida que começou com isso.

      Cumpadre, você já viu jogo com 300. Eu já vi jogo com menos gente assistindo repescagem do campeonato paulista de 1990 lá de tardezinha no cimentão da arquibancada.

      Nem por isso me acho no direito de ofender um moleque que só vai na final de Libertadores com a namorada. Isso sim pra mim é uma puta de uma soberba e de uma arrogância.

      Os tempos mudaram cara. O mundo que você projeta é muito bonito mas não funciona.

      Marcelo, em primeiro lugar: eu te xinguei? NÃO. Sabe por que? Porque você, muito embora discorde de mim, não levou a discussão para o campo da agressão gratuita, da intolerância, da homofobia, do ataque torpe e covarde. Eu ofendi, sim, um cara que entrou aqui ofendendo alguém que ele não teria coragem de xingar “de mano”, mesmo afirmando que o rapaz é viado. Pra esse tipo de gente, pouco (ou nada) me importa se é sãopaulino, corinthiano ou torcedor do Ameriquinha, ou se vai até na Conchinchina ver o time dele jogar: é tudo lixo. E, sobre o “apelido feminino”, você, se não sabe a quem me refiro quando digo “Priscilla”, procure se informar. Não saiu da minha cabeça. E é engraçado que o cara entrou aqui, do nada, falou todas as merdas que quis (de todo mundo que ele teve vontade), e você se doeu só com a minha resposta. Muito engraçado o seu senso de justiça. Ah, e sobre a medalha, já disse a respeito no comentário anterior. Abs.

      • Marcelo Abdul disse:

        Não fiquei dodoi pelo cara que te ofendeu aqui. Mas você deu uma generalizada né? rs.

        Você tá se referindo a Torcida Independente de hoje? Nesse caso é bom dar nome aos bois. Senão passa batido.

        Não, Marcelo. Não dei generalizada nenhuma. Fui direto ao ponto: babacas, homofóbicos, intolerantes, recalcados, etc. Todos os adjetivos estão por aí. Pegue-os e saia procurando quem preenche os requisitos. Quando achar, é ele (ela) mesmo. Boi é boi, tá marcado. Não precisa de nome.

      • André Nogueira disse:

        Marcelo Abdul, sua oportunidade de argumentar decentemente foi desperdiçada 3 vezes nesse post. Vai continuar tentando até acertar (e isso não significa que todos tenham que concordar contigo) ou vai ficar de “mimimi”, “dodói” e outros termos super másculos?

      • Marcelo Abdul disse:

        André eu não tenho que acertar nada. Pra isso que existe a Mega Sena. Eu penso dessa maneira e pronto. Se é decente ou não fica a critério de cada um.
        Não quero que todos concordem comigo. E acho que o autor do blog também não quer isso. Se não pra que debater não é?

      • “André eu não tenho que acertar nada. Pra isso que existe a Mega Sena.”. Quer dizer, a Mega Sena que tem que acertar, não o rapaz, entendeu? Não, né? Nem eu…E se a Mega Sena não acertar, fizer cagada? Devemos todos passar a enriquecer urânio ou simplesmente pintar a fachada da casa de repouso de amarelo, esperando que o Monstro de Loch Ness frite um punhado de mandiopan na esperança de que a paz mundial seja alcançada a golpes de figo maduro nas costas dos elefantes asiáticos da Africa?
        Por favor, alguém me esclareça essa dúvida cruel!

    • Ane Brasil disse:

      Cara, eu tenho uma antipatia irracional pelo Ceni. Acho um abostado, um zé coxinha de primeira. por tabela, peguei uma antipatia a todo torcedor do são paulo… muito feio isso, lutei muito pra me corrigir… e nãoo tinha conseguido até hoje.
      Rapá, primeiro São Paulino macho que eu vejo nesse mundo, que tem CULHÃO de mencionar os momentos lama do time. Juro que vou parar de zuar são paulino (exceto quando jogar contra o meu Inter, daí não garanto porra nenhuma!)
      Sorte e saúde pra todos!

  3. Taí, encontrei um são-paulino, não um bambi. Uma pessoa que ama seu time, que no caso é o São Paulo Futebol Clube. Nada mais legítimo. É chato ver que prolifera a indigência futebolística na torcida do seu time (e sei que na dos outros também, mas especialmente nela, devo dizer)e uma molecada que arrota títulos disso e daquilo e sequer sabe quem joga no time. Ridicularizam o Richarlyson, que se jogasse no meu Corinthians seria ídolo da torcida, porque no que diz respeito ao futebol (e eu jogo futebol todo final de semana há décadas, tenho certa base pra falar) é um jogador exemplar. Raçudo, trabalhador, talentoso e até meio botinudo, se precisar. Viado? Problema dele, meu chapa! Eu não sou viado, tenho minha mulher e filho e nenhum problema quanto a isso. Se fosse, assumiria minha condição e seria feliz com ela, também. É uma discussão fora do tema, essa.
    Também sou do tempo da corda, quando o Morumbi era “de todos”, qualquer joguinho bosta dava 80.000 pessoas, o ingresso era o mesmo preço do cinema e a torcida do SPFC era menor, mas respeitada pelas demais. De vez em quando, encontro um ou outro ronaldete de roxo na minha torcida também, e sei que é foda. Ainda mais quando o infeliz resolve falar sobre o que nem tem idéia do que seja. Muito lúcido seu texto. Receba o respeito deste corinthiano, maloqueiro e sofredor, que te cumprimenta humildemente.

    Valeu, Matheus. Velhos tempos, belos dias aqueles, né? Se não chegasse ao meio-dia no Morumbi, não sentava. E modinha/Priscilla tem em todo lugar, já discutimos isso em outro post.

    • Marcelo Abdul disse:

      Matheus. Pergunta lá pra Gaviões se querem o cara.

      É o que eu falo. O mundo de vocês é lindo e maravilhoso, mas na prática não é o que acontece.

      • Que Gaviões, amigo? Não respondo pelos Gaviões, não. Mas conheço a Fiel muito bem. Você conhece o quê dos Gaviões? Essa autoridade de saber o que eles (como se não fosse uma entidade plural, cheia de opiniões divergentes) pensam vem de onde? Você já esteve lá? Fale sobre o que conhece, e deixe o que não sabe pros outros, certo?
        P.S.: O correto é OS Gaviões, e não A Gaviões.

      • Marcelo Abdul disse:

        Eu já estive lá sim.

        Sei que eles não permitem que você entre de verde na sede e que eles também discriminam homosexuais no time deles.

        Duvida? Vai no orkut deles e comprove.

        eh eh eh eh. Foi só eu colocar um artigo que lembrou uma ave plumada que o cara ficou nervosinho..rs.

        Toma um calmante cara.

      • Vou te dizer o seguinte, Marcelo: o Corinthians tem aproximadamente 25 milhões de torcedores, e os Gaviões mais ou menos 70 mil, ou seja, 0,28%. E lá dentro da quadra deles, os caras às vezes não chegam a um acordo quanto a um desenho pra colocar em uma bandeira.
        Não tenho orkut.
        E ave plumada…Existe alguma ave que não seja plumada?
        Não tem ninguém nervosinho aqui. Já babaca, né?

        Opa, pinguim é ave. E não é plumada. Ou é?

      • Porra, esqueci do fiadaputa do pinguim. Esquece tudo o que eu falei, então…

      • Marcelo Abdul disse:

        Beleza. Você chamando as pessoas de babacas só porque divergem da sua opinião fez sua teoria cair por terra. Na verdade você fez igualzinnho aos 70 mil da torcida organizada do teu time. Quando a argumentação acaba, vamos apelar né? Lindo isso.

        É isso aí. Façam o que eu digo mas não façam o que eu faço.

        Abraços.

      • Não chamei “as pessoas” de babaca. Chamei você de babaca. E não porque não tenho argumentos. Tenho de sobra. A qualquer hora do dia ou da noite. Na verdade, chamei você de babaca apenas e simplesmente pelo fato de você ser um babaca, seu babaca. Entendeu, ou precisa desenhar, babaca?

      • José Joaquim disse:

        Cara, estou começando a desconfiar que esse Marcelo Abdul é o RC.

        Chato igual, tem que sempre dar a última palavra, acusa a todos de não saber argumentar e só vê nos outros o seu espelho.

        Parabéns, cara. Você tem o ídolo que merece mesmo.

        Ah, e é claro que vou dar o prazer a você da última palavra, pois tenho mais o que fazer e você assim se sente poderoso.

        Abraço.

      • Marcelo Abdul disse:

        Beleza Matheus. Só que não vi argumentação nenhuma ainda. Nem de dia e nem de noite. Só ofensas. Continue assim. Quem sabe você faça um estágio na prefeitura de Barueri.

        JJ, a última palavra do chato foi escrita depois de alguns meses. Satisfeito?

        Abraços.

  4. Bomber disse:

    Belo texto Vinícius,

    Infelizmente, isso acontece em todas as torcidas. Na do meu Palestra por exemplo, tem uma galera “cabeça fraca” que cresceu na época da Parmalat e hoje eles pensam de uma forma qu se fosse na época da famigerada fila da década de 80 que eu peguei uma boa parte , já teriam dado um tiro na cabeça.

    Sim, claro. Tem em todas, já falamos sobre isso. O foda é que a torcida do SPFC é a mais estigmatizada por isso, e parece que faz de tudo pra colarem esse rótulo com superbonder extra forte na testa da gente. Eles que vivam no mundinho deles, mas longe de mim. Foda.

  5. José Joaquim disse:

    Há uma bela canção do Fundo de Quintal, que expressa bem a posição de são-paulinos históricos como você, Vinícius, que, infelizmente, rareiam a cada dia, dando lugar a esses infelizes. Processo que abarca todas as torcidas, e até mesmo o reino do samba! Abraços e fique com os versos.

    A humildade não existe em você
    Não é uma virtude sua
    Sua vaidade lhe impede de ver
    A verdade nua e crua (Fica na tua)
    Que você veio depois de nós,(muito depois)
    É o que restou da raspa do tacho
    E quem chegou depois da vida tem mais (tem mais o quê)
    Que respeitar número baixo
    Ih mas quem chegou?
    E quem chegou depois da vida tem mais (tem mais o quê)
    Que respeitar número baixo
    Número baixo, é quem teve a coragem de ser pioneiro
    E teve o destino de chegar primeiro
    E comer o pão que o diabo amassou
    Pra depois então que a boca do mundo espalhou sua fama
    Se banha na fonte se deita na cama
    Olhando tranquilo tudo que plantou
    Fala Nei
    Número baixo, é todo velha guarda é todo ex-combatente
    Todo fundador, todo linha de frente
    Que riscou seu nome com força no chão
    E aí você que ainda nem bem se livrou dos cueiros
    Vem cantar de galo no nosso terreiro
    Cuidado olha aí vê se presta atenção
    É contigo, Nei
    Cuidado Mané vê se presta atenção
    Ai Nei, japinha me conta como é que é esse negócio de número baixo
    Número baixo é quem plantou o trigo pra pra rapaziada comer o pão, morô?
    Cuidado Mané vê se presta atenção.

    Valeu, JJ. É nessa pegada aí, mesmo.

  6. Marcus Sousa disse:

    Na do Corinthians tem os paga paus do Ronaldo que não sabe merda nenhuma do Corinthians, ele e o Roberto Carlos chegam agora em fim de carreira, não tem nenhuma ligação histórica com o Clube e são enfiados goela abaixo por dirigentes e mídia como os ” ídolos da fiel”, nem fodendo, eu vi Zé Maria e Basilio, vi Vladmir, Biro – Biro, Sócrates, Casagrande, depois Neto e Tupã, Ronaldo( o verdadeiro)e Giba, jogadores medianos mas que representavam, não dá pra querer ganhar tudo, ninguém ganha, mas ao menos era uma época em que o jogador tinha uma ligação com o Clube, e quando vinha títulos com esses jogadores você via que foi da alma, que valeu a pena…hoje os alienados que hoje vão ao Pacaembu ver esses medalhões podres de ricos, vaidosos e marketeiros…Me da uma puta raiva dessa gente… futebol no fim é como disse um outro imbecil ai ”buzinnness”… No fim futebol bom mesmo é na varzéa, lá ta a essência dele, no profissional virou negócio.

    Todo time tem sua parcela de alienados, a do SPFC fica mais evidente pelo fato de ganhar tudo nos últimos 20 anos, mas sobre o Rogério Ceni a imagem que fica pra mim é de um cara vencedor, trabalhador e que mesmo assim não convence que seja tudo isso.

    Acho ele um ótimo goleiro, um ótimo batedor de faltas e penaltys, que falha e não gosta de admitir isso, talvez seja a mistura de tudo isso, o cara é bom e vencedor, mas tb arrogante e prepotente, disso nego fica com raiva e inveja dele… não tenho isso pq nem o conheço, só posso dizer que vc no outro post resumiu o que difere um pessoa querida ”por todos ” e outro por alguns:

    ”A comparação, sinto muito, é mais uma vez, inevitável: fosse Marcos o humilhado pelo garoto santista ontem em Barueri, arrisco suas palavras: “Falei pro moleque ter respeito com os mais velhos, pô! Puta pivete folgado!”, seguido de uma gargalhada franca.”

    A minha opinião que é que no subconsciente de todos torcedores o Marcão com toda sua galhofa e simplicidade peculiar demosntra ainda um pouco daquilo que foi o futebol, uma coisa lúdica, e o RC representa hoje o futebol moderno e de negócios… o verdadeiro torcedor e amante do futebol mesmo sem saber faz a escolha…

    um abs.

    Esse seu último parágrafo fez um resumão bacana do post, Marcus. Futebol é alegria, não pode ser um quartel cheio de ordens e regras. Valeu.

    • EU ME CONSIDERO UM TORCEDOR DE VERDADE E AMO O FUTEBOL. COMO SOU SAOPAULINO TORCO PRO MEU CLUBE VENCER. OU EU VOU ENTOAR GRITOS PRA QUE TENHAMOS APENAS UM BOM JOGO ?!?!?!?

      NA CABECA DO INVEJOSO, PERDER EH MAIS “ROMANTICO E ETICO” QUE VENCER. O PERDEDOR EH O “SANGUE BOM”, ATEH PORQUE NEM PODERIA SER OUTRA COISA, E O VENCEDOR EH O ARROGANTE.

      ISSO AI EH A PROJEÇAO DO IDOLO. O IDOLO, O ICONE REPRESENTA MINHA PAIXAO. O MEU IDOLO EH MENOR OU MENOS IMPORTANTE – NO QUE SE REFERE A CONQUISTAS – QUE O IDOLO DO OUTRO, ENTAO EU NAO GOSTO DO OUTRO.

      O MEU IDOLO NAO CONQUISTA TANTO, MAS PELO MENOS ELE EH QUERIDO POR TODOS. MAS QUEM EH ESSE “TODOS” ? SE HAH SOH UM VENCEDOR, O TODOS EH O PERDEDOR.

      SE TRANSFORMARAM NUMA TRIBO, NUM BLOCO. O BLOCO DA INVEJA.

      FAZEM ATEH DIVULGACAO DOS SEUS JOGOS, TENTANDO REAFIRMAR QUE A PRINCIPAL RIVALIDADE NO ESTADO EH O DERBY.

      NAO EH ENGRACADO ?
      EU NAO GOSTO DO RC, ENTAO EU MENOSPREZO ESSE IDOLO E O QUE ELE REPRESENTA. MAS EXALTO O DERBY.

      MAS NAO ESTAVAM RECLAMANDO DE SOBERBA ???

      ***(*) ******(*)

      Esse é um outro lado da história, Lina (e não menos importante). Esse negócio de SCCP e SEP se “unirem” para ir contra o SPFC é tão ridículo quanto o comportamento das Priscillas. E, só por ganharem menos títulos que nós nos últimos 20 anos ficarem dizendo que “não ligamos pra isso, nosso amor é mais puro” é outra bobagem na qual ELES MESMOS não acreditam. Aliás, uma espetadinha nos corinthianos: O SPFC perdeu a Libertadores de 1994 em casa, mas ninguém invadiu o campo pra bater em jogador. Se o SCCP não liga pra título, pra que arrebentar o alambrado e ameaçar jogador de morte? O amor não é o mesmo, na vitória ou na derrota? Na boa, ganhar é bom pra caralho. E vocês sabem disso. Tanto é que, quando o SCCP ganha um título, ninguém aguenta de tanto que vocês enchem o saco dos outros. Parecem clones do Marco Aurélio Cunha, arrotando a soberba. 😀

      • Marcus Sousa disse:

        Não entendi muito o que vc Geraldo quiz dizer no seu texto, concordo com a parte de se o cara é vencedor muito vão inveja-lo, isso é obvio, é do ser humano, até vc ja sentiu isso, senão vc pode ser a encarnação de Cristo então.

        Perder é romântico??

        Perder é foda.

        O que eu disse isso talvez vc não tenha entendido é que os ”caras que eu gostava eram os caras que ganhavam e sabiam o que aquilo iria representar pra quem torcia para o Clube, vou colocar de nv o texto:

        ”eu vi Zé Maria e Basilio, vi Vladmir, Biro – Biro, Sócrates, Casagrande, depois Neto e Tupã, Ronaldo( o verdadeiro)e Giba, jogadores medianos mas que representavam, não dá pra querer ganhar tudo, ninguém ganha, mas ao menos era uma época em que o jogador tinha uma ligação com o Clube, e quando vinha títulos com esses jogadores você via que foi da alma, que valeu a pena…”

        Não são meus ídolos, não os conheço pessoalmente, eles não me ajudaram em nada na minha vida, não sei como são na vida particular deles, meus ídolos se é que pode ser chamado assim são meus irmãos e meu pai…

        O que diz ali é que eles representavam, sabiam o que significava um título, e todos esses que eu citei foram vencedores, campeões de alguma coisa, de grau menor maior sei lá cada um sabe onde o calo apertou… eu tb quero ver sempre ganhar, senão ganhar paciência, não vou me sentir uma pessoa pior que o que ganhou, é só futebol, no dia seguinte tenho que trabalhar, pagar as contas, ganhar dinheiro, sair pra tomar uma breja, continuar…

        Sobre o RC eu não tenho nada contra e nem a favor dele, grande goleiro, vencedor, profissa ao extremo…

        Mas com todo mundo ele fala tb merda, e nisso é o ponto, os que o amam se dói pq falam dele, só pq ele é tudo up não quer dizer que não caga no pau também, e quando isso acontece da as merdas:

        os prós falam que é inveja.

        Nada mais normal.

  7. VINICIUS, EU PEGUEI O TEMPO DO CIMENTAO.

    A INDEPENTENTE FICAVA ONDE EH A ARQUIBANCADA AZUL NO MEIO DO CAMPO, EM FINAIS OU JOGOS DECISIVOS, OS CARAS ATIRAVAM TALCO PRO ALTO, E DISTRIBUIAM ROLOS DE PAPEL HIGIENICO PRA GALERA ATIRAR LAH PRA BAIXO NO FOSSO COMO SE FOSSE SERPENTINA.

    HAVIAM AS BANDEIRAS. COMO ERA LINDO.

    ME LEMBRO DE UM JOGO ENTRE SAO PAULO X URSS.
    CHEGOU A VER ESSE ? NESSE DIA O CHULAPA ENTROU COM UM MEIAO COM FRANJAS, COMO SE ALGUEM TIVESSE COSTURADO RETALHOS AO LADO, E QUANDO ELE CORRIA, FAZIA UM PUTA EFEITO, NUNCA VOU ESQUECER…

    ***(*) ******(*)

    Nesse SPFC x URSS caiu uma chuva da porra, não foi? Vou procurar o ingresso do jogo, escanear e postar aqui. Abs.

  8. Valmir disse:

    [mode puto da cara on, sem revisão e sem cortes]
    Essa porra desse geração nova não tem respeito por absolutamente nada. No caso específico do futebol, então, dá desgosto.
    Tudo iniciou-se no dia em que eles pegaram a primeira carteirinha da Torcida Organizada. Não têm o menor entendimento sobre amor puro e simples, abnegação, amizade, VALORES BÁSICOS DE EDUCAÇÃO E CIVILIDADE. Já fui a jogo em que moleque das organizadas saía de estádio “roubando os torcedores do mesmo time, porque julgavam-os playboys.
    Bando de gente burra e covarde. Burra por não respeitar a história, o fubebol, as pessoas que fizeram a história e o futebol chegar até eles. Não sabem o que é amar um time com paixão ebom humor. Querem um time que faça gols, dê porrada e só tenha machões – fodões fora de campo.
    Vinícius, não perca tempo com esses imbecis. Não sabem o que é futebol, não sabem o que é torcer, não sabem o que é amizade e só repetem chavões que algum outro mais esperto cria.
    O futebol tá uma bosta, também, por causa dessa gente … gente intolerante, gente que nem jogar futebol sabe, gente que não conhece história, não entende de nada, absolutamente nada, apenas de gritar besteira e agredir quem não comunga dessas idéias imbecis.
    Se sair desse mundinho de merda, não faz o “o” com o copo … tenho desprezo por essa gente .

    Opa, seu desejo é uma ordem. A Priscilla Alexandre que comentou antes já vai, glamourosa, pro lixo do blog. Mas, infelizmente, “She will survive!”

    • VINICIUS, O ALEXANDRE EH GENTE BOA, SOH ANDA PUTO COM O RICHARLYSON PORQUE O CARA VACILOU NO JOGO CONTRA O SANTOS. NAQUELA TENTATIVA DE SAIR COM A BOLA PRO ATAQUE, E QUE RESULTOU NO SEGUNDO GOL DOS CARAS…
      DAH UM CREDITO.
      ***(*) ******(*)

      Toda vez que ele fica puto com alguém, fala daquele jeito? Vixi, não pode sair de casa, então.

      • José Joaquim disse:

        Velho, desculpe me intrometer, mas não é por que o cara é são-paulino que ele é gente boa.

        O cara é um homofóbico, um nojo como ser humano, fosse ele torcedor do time que fosse.

        Cara assim não tem que ter crédito nenhum. Gente boa se mostra no dia-a-dia e, principalmente, nos momentos difíceis, como no erro do Ricky, não quando tudo tá mil maravilhas.

        Abraço.

      • JOAQUIM, O CARA EH GENTE BOA MESMO.
        NAO DEFENDI SOH PORQUE ELE EH SAOPAULINO.
        ***(*) ******(*)

  9. Valmir disse:

    completando … E são covardes porque tudo o que fazem, não têm a manha de segurar a onda, individualmente … se garantem no bando de imbecis à volta.
    Não é só patriotismo que é o último refúgio dos canalhas … torcida organizada é o micro patriotismo esportivo.

    Vai lá, molecada … pode me mandar ir tomar no rabo, me chamar de bicha, velho (bicha véia, vai) … caguei p´ra vocês … marca um gol cachote que eu mostro como se joga bola (sem treta, porque o lance aqui é suingue, malemolência e futebol … treta eu deixo pro Datena)

  10. André Nogueira disse:

    Isso é torcedor:

    Niguém encosta um dedo no cara. Respeito, camaradagem.
    Apesar de também existir violência entre torcedores no RJ, os caras sabem torcer muito melhor do que nós paulistanos.

  11. André Nogueira disse:

    Corinthiano que sou, fui em 77, nos baixos dos meus 3 anos de idade, “assistir” ao fim do tabú. Família completa. Nos anos posteriores acompanhei muito jogos com meu pai. Qdo ia a família completa (6 pessoas) a organizada gritava: “vamos abrir espaço pra família aê!”. Era comum, natural. Povo simples, com pouco estudo, mas com um respeito e educação exemplares. “Homens” na mais forte tradição da palavra: a que representa uma pessoa honrada.
    Pessoas com os argumentos dos citados por vc nunca poderão dizer que são honradas. Muito menos dignas para defender Rogério Ceni. Ele merece defensores melhores.

    Taí, molecada. Mais um depoimento de que como as coisas eram diferentes. Isto não é saudosismo, é questão de sanidade mental. Que os atuais “militantes do futebol” perderam.

    • Lucius disse:

      Hoje virou tudo inimigo. As organizadas do mesmo time agora brigam entre si. Cada vez mais ir a estádio de futebol é atitude de risco. Levar família, nem pensar.
      As pessoas confundem as coisas: não é comemorar derrota, achar que é bom; é saber perder, reconhecer quando o outro time joga melhor, entender que semana que vem tem outro jogo, ano que vem outro campeonato e que isso é entretenimento, diversão.
      Não aceitar a derrota é não saber conviver com frustração, isso para mim é falta de maturidade.
      Mas como esperar algo diferente de gente que tem como único objetivo na vida torcer por time de futebol?

      Vê só uma coisa, Lucius: cuméquipode uma “torcida organizada” passar 90% do jogo entoando “cantos” que só falam dela mesma, ou prometendo matar torcidas rivais? Como pode, num jogo de “1 torcida só” sair o quebra-pau que saiu há algum tempo entre TUP e Mancha na Turiassu? Dá vontade de vomitar, juro.

  12. Carlos disse:

    Óia gente, pelo jeito eu sou o mais coroa aqui, porque eu ia assistir jogos do coringão contra o parmera no Pacaembú, no tempo que o goleiro Gilmar ainda estava no alvi-negro, o zagueiro Ditão (a bola podia passar, o atacante ficava no peito dele…)…lá pelos anos 60…
    As torcidas, tanto de um como de outro time, entravam tudo junto, sentavam lado a lado, era uma gozação só!
    Nunca ví quebra quebra por causa de futebol. Acabava o jogo ia tudo pros botecos tomar cerva e tirar sarro dos perdedores. Segunda-Feira era outro dia, tinha que encarar o trampo…

    O mundo era bem melhor, né, Carlos? Agora não podem nem tomar metrô junto que já se matam.

  13. Roberto disse:

    SOU PALMEIRENSE E ME LEMBRO DE UM DOS MEUS “ÍDOLOS”, LUIS PEREIRA, FAZER APOSTAS COM SERGINHO CHULAPA, CASÃO, E OUTROS.
    SE O PALMEIRAS PERDIA, O “CHEVROLETT” VESTIA A CAMISA DO TIME RIVAL E DAVA UMA VOLTA OLÍMPICA, E VICE-VERSA.SE EMPATASSE A APOSTA FICAVA MAIS VANTAJOSA.
    A APOSTA ERA ALIMENTOS PARA INSTITUIÇÕES DE CARIDADE, SE NÃO ME ENGANO, ORFANATOS.
    VINICIUS, PARABENS PELO TEXTO.

    Salve Lilico: “tempo bom, não volta mais…”

  14. Vinicius mesmo não te conhecendo, e tendo descoberto seu blog a poucas semanas, só tenho que agradecer você e o pessoal da sua geração, bem como a galera tricolor da época do Roberto Dias e das vacas magríssimas dos anos 60.
    Vocês realmente de fato “estavam lá arrumando a cama” para a galera da minha geração(anos 80), que depois da bonanza do começo da década de 90, teve que também aguentar uns perebas como Pedro Luis, Amarildo, Djair, Fabio Melo, Alexandre Cachorrão entre outros, contudo fracassamos e não soubemos preparar a nova geração para nosso grande períodos de glórias durante a segundo metade dos anos 2000, dai a relação de grande parte de nossa torcida hoje serem com os títulos e não com o clube, a instituição São Paulo Futebol Clube.
    Parabéns cara! Abraço

    Caraca, esse Alexandre Cachorrão era foda, mesmo. Posso te dizer uma coisa, Michel: nem eu, nem ninguém “das antigas” fez nada pra receber “medalhas” ou louros. Foi só amor, mesmo. Não o “amor dos punhos cruzados” que alguns nutrem. Tampouco desprezamos os novos sãopaulinos (eu coloquei mais dois no mundo, pô!). Queremos, sim, que alguns entendam que amor é na alegria e na tristeza, sem interesse. Tipo casamento. Casamento “das antigas”, claro. Abraço.

  15. Isso mesmo, até que a morte nos separe, como costumam dizer nos casamentos.

    Nessa pegada, Michel. E vamo que vamo (separado, que o junto já tem dono).

  16. Thiago Ferreira disse:

    Vinicius. Como te elogiar? bolei essa:
    “Você é um São Paulino, que pensa como eu, um corinthiano, que pensa como você um São Paulino”

    PS. Peguei o tempo da fila do Timão e sei muito bem o que você está expressando.

    E, sentei no cimentão, vendo o Gilson Porto, ruim de bola, perdendo gol feito, e a torcida gritando: “uhh!”
    Acho que fez uns dois gols pelo Timão na carreira, mas era um baiano, humilde, e muito querido.

    E tudo isso, com amigos ao lado, com a camisa do Palmeiras e do São Paulo, e as segundas feiras, iamos juntos ao Jockey, apostar 5 mangos na barbada, só por farra.

    Isso não existe mais. Olha os destempero de alguns “microcéfalos”,

    Essa referência circular que você montou é bacana, Thiago.

  17. Valmir disse:

    Já imaginou se, hoje em dia pintar um tabu como
    1. o do Corínthians contra o Santos (diz a lenda que foi mais comemorado que o título de 77 … parou São Paulo);
    2. do mesmo, que ficou mais de 20 anos sem títulos e 3. o do Palmeiras que ficou quase 18 anos sem título ???
    Ninguém tem mais esportiva para o sarro. Os caras se portam fora de campo como aqueles caneludos que não admitem drible, jogo bonito e diversão dentro de campo.

  18. Ricardo disse:

    A desgraça do futebol começou no dia que perceberam que poderiam fazer milhõe$ através dele. Nesse dia toda ética, respeito, tolerância começou a sucumbir. Só valia o resultado, pois resultados em campo levarão a lucra fora dele. Infelizmente, esse pensamento proibia que se fizesse um drible, uma jogada bonita ou algo que o valha, pois esse tipo de “firula” quase nunca leva a resultados; serve apenas para ofender os adversários. E aí vieram os Dungas, Felipes Melos, e outras merdas que povoam nosso futebol força. Não que eles não existissem antigamente, eles co-existiam com craques; hoje os papéis se inverteram.
    Pobres de espirito aqueles que abraçaram essa brucutização do nosso futebol. Vão ao estádio para ver o time ganhar apenas, comemorar títulos. Isso quando não escuto frases absurdas como “libertadores eu vou em todos os jogos”….ah, vai tomar no cú.
    Frequento estádio desde a decada de 80 (será que dá pra imaginar cordão de isolamento hoje em dia? E as “filas” para comprar ingressos? Era neguinho pisando na cabeça do outro….do caralho), sempre fui ao estádio para acompanhar meu tricolor, tomar umas na porta do estádio, encontrar os amigos na arquibancada azul, fumar meu baseado no sossego da arquibancada. Isso é amor meu chapa; amor ao tricolor e amor ao cimentão.
    A TTI só serve para atrapalhar o São Paulo. Um terço do jogo passa cantando musica exaltando sua estupida violência; outro terço hostilizando jogadores (aos baba-ovo da TTI, lembro que em 2004, após uma puta campanha na Libertadores que não jogavamos havia anos e por essas coisas do futebol, fomos eliminados, foram ao Pacaembu, vestidos de amarelo criticar quem? Sim o “ídolo” RC) e um ultimo terço fazendo o “trenzinho” (vamo saopaulo, vamo ser campeao ….. fala a verdade, com essa musiquinha ainda tem coragem de falar algo do R20. Piada pronta. Tsc,tsc).
    Querem criticar o Richarlyson, critiquem pelo que ele faz em campo (aliás, não jogou nada nos ultimos dois jogos). A partir do momento que começam a frase com “aquele viado”, perdeu a razão na argumentação. Ela já mostra todo preconceito e má vontade do sujeito.
    Trabalho com futebol, e é unanime no meio que o preparo físico e entrega em campo do jogador são acima da média. Além do que é um jogador que joga em várias posições. Analisando friamente é isso.

    Abs Vinicius

    Vou fazer um email com nick cervejeiro. Gostei, Ricardo. Abraço e valeu.

  19. Rodrigo disse:

    Ser são paulino é uma grande moleza. Morram de inveja travecaiada, sem estádio, sem CT, ladrões de jogadores de base, laranjas da máfia russa, desdentados e pobres é gostam de quem gosta de travecos.

    Comentário bastante elucidativo e original. Nunca tinha visto isso antes. Parece samba-enredo.

  20. André Nogueira disse:

    Vou soltar mais uma originalíssima pra competir com o Rodrigo.
    Ricky não é gay, ele finge só pra agradar a maior parte da torcida.

  21. Valmir disse:

    Parabéns, Rodrigo.
    Depois de tantas digressões e frescuras escritas por todos aí, p´ra cima, me deparei com um verdadeiro comentário conciso, inteligente e direto.
    De que vale toda essa discussão sobre o amor ao futebol, ao clube, à maneira como o futebol permeia nossa sociedade, que nele reflete e é refletido. Discussão boba, né ???
    Beleza de comentário, viu … AÍ SIM, FOMOS SURPREENDIDOS …

  22. Aurio A. Telone disse:

    Também sou das antigas, sinto saudades de quando se podia sair do estádio e tomar uma cerveja, comendo um tira gosto, e conversar com um amigo ( maioria deles são corinthianos e palmeirense ) mas não me considero melhor ou maior que os novos torcedores, mas com certeza a falta de respeito é o maior defeito das novas gerações.

    É isso aí, Aurio.

  23. Adhemar Santos disse:

    “Peguem lá no gúgol (porque memória real vocês não têm), um tabu entre SPFC e SCCP. Ficamos CINCO ANOS sem ganhar dos caras, levando gol de Geraldão. Sabem a quantos jogos SPFC x SCCP eu fui nesse período, Priscillas? TODOS”

    Isso não é caso de amor. É MASOQUISMO!!

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